Por Que Batizar O Bebê?

De Mãe para Mãe - Desenvolvimento21/12/20 By: Bia Sanmarco
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Cada vez mais, mães e pais estão buscando o seu próprio caminho espiritual e, para muitos, surge a pergunta: Por que batizar o bebê?

Just Real Moms Por Que Batizar o Bebe Sam Mestre Nona Castro

Bia Sanmarco com Mestre Nona Castro e Sam.

Nós escolhemos viver com conceitos espirituais há muitos anos, muito antes do Samuel chegar.

De todas as escolhas que fiz em minha vida, essa com certeza foi um divisor de águas.

Por termos tais práticas e crenças, procuramos um pediatra antroposófico para o Samuel. Queríamos que houvesse sintonia no modo em que pretendemos cria-lo junto a quem nos orientaria e nos ajudaria.

Nas primeiras consultas, o nosso pediatra nos orientou a evitar receber visitas constantes, a não passar o Sam de colo em colo. Porque a alma ainda estava em processo de ancorar no período de 3 meses depois do bebê nascer, e quanto menos perturbações no corpo desse bebê, mais natural seria o processo.

Obviamente isso não é algo pontual, onde exista um cronômetro regulando o processo da alma se entrelaçar ao corpo físico.

Nunca vimos isso como uma superstição, mas como uma ciência da alma, a qual infelizmente ainda é incomum nos dias de hoje.

Just Real Moms Por Que Batizar o Bebe Bia Sanmarco e Marido

Bia Sanmarco com Sam e seu marido.

Nós seguimos esse ensinamento, e como quem nos conhece sabe que somos um tanto incomuns, aceitaram a situação.

Isso foi mantido até eu abordar o pediatra e questionar se os padrinhos poderiam segurar o Sam no batismo (Sam foi batizado aos 2 meses e meio).

Para minha surpresa, o pediatra não questionou o colo dos dindos, mas a razão de querermos batizar o Sam. Por que batizar o bebê? Fui sabatinada com perguntas inesperadas.

Finalmente, eu as respondi de acordo com meus conhecimentos e com meu coração e, por fim, o pediatra nos disse “podem batizá-lo! Os padrinhos podem segurá-lo! Vocês sabem exatamente a razão pela qual decidiram isso. Não estão fazendo por convenção ou tradição.”

Em um ímpeto eu disse ao pediatra que ele quase me fez desistir do batismo. E ele disse “suas decisões precisam ser tomadas com a certeza dentro do seu coração.”

Sam foi batizado por um bispo católico e, no dia seguinte, por uma Mestra Espiritual, de acordo com nossas crenças e verdades interiores.

E assim, mais uma vez a integridade entre a voz interior e a ação prevaleceu. 


Para outras mães, como a querida Tamara Rudge, já optou por batizar a Maria Sofia lá mesmo no hospital, uns dois dias depois do nascimento.

Independente de sua escolha, faça como ambas as mamães – Bia e Tamara – que fizeram de coração e sabendo o porque de suas escolhas.


A Bia é sócia co-fundadora da Uni Prana em São Paulo, escola que ensina Cura Prânica e Yoga Arhática do GrandMaster Choa Kok Sui.

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