Você não precisa “estar em todas” as plataformas. Precisa é parar de falar com o oceano e começar a vender para a sua rede. Mídia é ferramenta. Gente é estratégia. Vamos destravar isso falando de Influência Digital?
Os parceiros do Hub JRMBizz – nosso Hub de Negócios & Conexões em parceria com a BASE ESPM, tiveram uma super mentoria com o professor Alexandre Marquesi que colocou luz em uma confusão que trava muita gente no digital: mídia social não é rede social. Entender essa diferença muda totalmente o jogo de quem quer vender (e não só postar).
Com exemplos práticos, ele mostrou como mapear o público certo, qualificar intenção de compra, sair do “falar para todo mundo” e criar conexões reais — com TikTok, Instagram, LinkedIn e, principalmente, com estratégia.
Então, segue com a gente para conhecer os insights que mais destravam resultado para negócios pequenos e enxutos.
Em mais uma aula da mentoria pra o Hub JRMBizz do Just Real Moms oferecido pela BASE ESPM, com o professor Alexandre Marquesi desmistificou algoritmos, explicou o poder do TikTok e ensinou como criar conexões reais que geram vendas.
Quem empreende sabe: a pressão para estar presente em todas as plataformas digitais é enorme. Mas será que postar foto de produto no Instagram é o suficiente?
Na última aula da nossa mentoria em parceria com a BASE ESPM, tivemos a honra de receber Alexandre Marquesi, especialista com 30 anos de mercado e Pós-Doutor em comunicação, para um bate-papo profundo sobre Influência Digital.
Marquesi, que já atendeu gigantes como Tramontina e Levi’s, trouxe uma visão técnica, mas totalmente aplicável para pequenos e médios negócios, sobre como transformar “seguidores” em clientes reais.
Confira os principais insights dessa aula imperdível:
#1 Mídia Social x Rede Social: Não é a mesma coisa
Em primeiro lugar, um dos pontos altos da aula foi a distinção fundamental que muitas vezes ignoramos. Segundo Marquesi, existe uma confusão comum no mercado:
- Mídia Social: É o canal, a ferramenta de propagação (Facebook, Instagram, TikTok). É onde você faz o “broadcast” (transmissão);
- Rede Social: São as pessoas. É o agrupamento de indivíduos que falam sobre um determinado assunto.
“O segredo não é você ir no oceano aberto e falar com qualquer pessoa. O caminho é encontrar e mapear as pessoas que são o seu público”, explica o professor. Se você não entende o comportamento do grupo (a rede), você continua investindo dinheiro na ferramenta (a mídia) sem ter retorno.
#2 Os 3 Pilares da Venda: Perfil, Potencial e Predisposição
Muitas empreendedoras se frustram porque o cliente tem dinheiro, mas não compra. Marquesi apresentou três conceitos básicos para qualificar seu público:
- Perfil: A pessoa se encaixa no desenho do seu cliente ideal (persona)?
- Potencial: Ela tem capacidade financeira para comprar seu produto ou serviço?
- Predisposição: Ela está no momento certo de compra?
“Eu posso ter dinheiro para caramba, mas se não estou predisposto, não vou comprar”, alerta Marquesi. Então, entender o momento do cliente é crucial para não gastar energia (e verba de anúncio) à toa.
#3 Do “Broadcast” para o “Socialcast”: A importância de ouvir
Antes de sair vendendo, o primeiro passo é escutar. A estratégia sugerida na aula passa por etapas:
- Ouvir: Crie canais para entender o que as pessoas gostam e precisam;
- Relacionar: Traga o cliente para um ambiente de conversa;
- Testar abordagens: Descubra o tom de voz da sua marca.
O objetivo é sair do Broadcast (falar para a massa, como na TV) para o Socialcast (engajamento e visão do outro).
#4 TikTok: Jornada e Entretenimento
Para quem ainda tem medo do “vizinho”, Marquesi foi categórico: o TikTok é uma ferramenta poderosa de propagação e visualização. Mas o segredo lá não é apenas a “dancinha”, e sim entender a jornada do usuário.
- Estratégia de Jornada: Mostrar a vida real, a rotina, o uso do produto no dia a dia;
- Gatilhos de Memória: Usar músicas e desafios que evoquem nostalgia ou identificação;
- Storytelling: Contar histórias. As pessoas querem ver “novelas da vida real”.
O professor destacou que 59% dos usuários acessam a internet antes mesmo de sair da cama. Entender essa rotina permite criar conteúdos que se encaixam no dia a dia do cliente.
#5 Nichos “Difíceis” e o Mercado B2B
Durante a aula sobre Influência Digital, surgiram dúvidas sobre os chamados “Nichos Black” (suplementação, estética, produtos adultos) e serviços B2B (como advocacia e consultoria).
Para os nichos com restrições de anúncio, a dica de ouro foi focar no CRM e na Retenção.
“O melhor trabalho que você deve fazer no primeiro momento é reter o que você tem. Fazer venda na base, usar e-mail e WhatsApp. Só depois buscar públicos semelhantes (look-a-like)”, aconselhou.
Já para serviços (como o da aluna Bruna, de Inglês Jurídico), o foco deve ser Autoridade & Trust (Confiança). O LinkedIn e o conteúdo técnico no Instagram funcionam para construir essa reputação, garantindo que, quando você abrir a boca, seja relevante.
Ferramentas para ficar de olho
O professor também compartilhou algumas ferramentas essenciais para quem quer profissionalizar a análise de dados e concorrência:
- Semrush e SimilarWeb: Para analisar palavras-chave e o tráfego dos concorrentes;
- Sales Navigator (LinkedIn): Para mapear leads em negócios B2B;
- Klout (conceito): Para medir o nível de influência social.
Conclusão: A tecnologia muda, o comportamento fica.
A grande lição deixada por Alexandre Marquesi é que as ferramentas (TikTok, Instagram, AI) vão mudar sempre. O que garante o sucesso do negócio é entender de gente.
“A ferramenta é só a ferramenta. Se apegue a entender a jornada do teu cliente”, finalizou.
Aproveitando, recebi hoje na Newsletter que assino da Forbes, uma matéria curta, mas que traz uma ótima reflexão: “Em uma era dominada por algoritmos e inteligência artificial, o diferencial competitivo mais valioso continua sendo a humanidade e a capacidade de contemplação.” ~ Fernando Musa, líder da Ogilvy e fundador da DAVID.
Então, se gostou do post acima sobre Influência Digital, aproveite para ler também: “Redes Sociais: Estratégia de Vendas e Conexão para o Mercado Infantil”.
Por fim, se você é empreendedor/a e quer saber mais sobre o nosso Hub JRMBizz – o 1º hub de negócios e conexões para marcas do mercado infantil ou que têm sinergia com o nosso segmento. Uma comunidade selecionada onde conexões viram negócios de verdade. Veja como se cadastrar para entrar para a nossa curadoria. Entraremos em contato em breve!



