História do ballet – por Ballet Paula Castro

De Mãe para Mãe - Dicas dos especialistas09/08/17 By: Ana Lú Gerodetti
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Olá, moms!

Tudo bem com vocês?

Sempre recebemos dúvidas e comentários sobre ballet. As crianças amam essa dança, por isso muitas mães nos enviam perguntas sobre o assunto. Pensando nisso, a escola de Ballet Paula Castro fez um texto super explicativo sobre a história do ballet.

Já falamos aqui nos blog, mas não cansamos de repetir: nós somos fãs da Paula Castro! As nossas pequenas fazem aulas lá e é muito legal a aula que eles têm para crianças de 2 a 3,5 anos, o “baby ballet”.

Além dos pequenos se divertirem muito, todas as aulas são feitas com muito carinho e cuidados, por isso amamos tanto a escola.

Confiram esse texto ótimo que eles nos enviaram sobre a história desta dança que tanto encanta!

Boa leitura!

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Você conhece tudo sobre ballet? Sabe de onde veio e por que esse nome? Não! Separamos para você algumas histórias sobre o ballet e suas curiosidades…

Você que quer colocar sua filha no ballet, pode conhecer mais sobre essa arte linda e toda a sua história.

Balé (português brasileiro) ou Ballet (português europeu) é o nome dado a um estilo de dança que se originou nas cortes da Itália renascentista durante o século XV, e que se desenvolveu ainda mais na Inglaterra, Rússia e França como uma forma de dança de concerto. É o nome dado a um estilo de dança e a sua performance.

O termo deriva do italiano ballare que significa bailar. Os princípios básicos do balé são: postura ereta; uso do en dehors (rotação externa dos membros inferiores); verticalidade corporal; disciplina; leveza, harmonia e simetria.

 

História do ballet - por Ballet Paula Castro

 

O primeiro ballet registrado aconteceu em 1489, comemorando o casamento do Duque de Milão com Isabel de Árgon.

Quando a italiana Catarina de Medicis casou com o rei Henrique II e se tornou rainha da França, introduziu esse tipo de espetáculo na corte francesa, com grande sucesso. Catarina também fez questão de contratar o grande coreógrafo italiano, Balthasar de Beaujoyeulx.

O mais belo e famoso espetáculo oferecido na corte desses reis foi o “Ballet Cômico da Rainha”, em 1581, para celebrar o casamento da irmã de Catarina. Esse ballet durava de 05 a 06 horas e fez com que rainha fosse invejada por todas as outras casas reais europeias.
Em 1581, a companhia de Beaujoyeulx apresentava um espetáculo bem diferente dos balés de hoje, reunindo não apenas dança, mas também poesia, canto e uma orquestra musical.

O ballet tornou-se uma regularidade na corte francesa que cada vez mais o aprimorava em ocasiões especiais, combinando dança com música, canções e poesia e atinge o auge de sua popularidade quase 100 anos mais tarde através do rei Luiz XIV. Luiz XIV, rei com 05 anos de idade, amava a dança. Ele tornou-se um grande bailarino e com 12 anos dançou, pela primeira vez, no ballet da corte. A partir daí tomou parte em vários outros ballets aparecendo como um deus ou alguma outra figura poderosa.

 

 

Seu título “REI DO SOL” vem do triunfante espetáculo que durou mais de 12 horas. Este rei fundou, em 1661, a Academia Real de Ballet e a Academia Real de Música e 08 anos mais tarde, a Escola Nacional de Ballet. O professor, Pierre Beauchamp, foi quem criou as cinco posições dos pés, que se tornaram a base de todo aprendizado acadêmico do ballet clássico.

 

Por volta do século 18, os espetáculos passaram por outra transformação, concentrando-se mais na música e na dança. Foi nessa época também que as bailarinas começaram a se rebelar contra os vestidos que usavam até então e que limitavam os movimentos. Por causa dessa restrição, os homens eram os que tinham os papéis de destaque nos espetáculos. Como as coreografias cheias de saltos e giros ganhavam espaço, as mulheres tiveram que reagir. A belga, Marie Anne Cupis de Camargo, baixou os saltos de seus sapatos e encurtou suas saias para desenvolver melhor sua dança.

 

O período Romântico na Dança, após algum tempo, empobreceu-se na Europa, ocasionando o declínio do ballet. Isso, porém, não aconteceu na Rússia, graças ao entusiástico patrocínio do Czar. As companhias do ballet Imperial em Moscou e São Petersburgo foram reconhecidas por suas soberbas produções e muitos bailarinos e coreógrafos franceses foram trabalhar com eles.

 

 

O francês, Marius Petipa, fez uma viagem à Rússia, em 1847, pretendendo um passeio rápido, mas também tornou-se coreógrafo chefe e ficou lá para sempre. Durante sua estada na Rússia, Petipa coreografou célebres ballets, todos muito longos, reveladores dos maiores talentos de uma companhia. Cada ballet continha danças importantes para o Corpo de Baile, variações brilhantes para os bailarinos principais e um grande pas de deux para primeira bailarina e seu partner. Petipa sempre trabalhou com compositores e foi com Tchaikovsky que ele criou três dos mais importantes ballets do mundo: a “Bela Adormecida”, o “Quebra-Nozes” e o “Lago dos Cisnes”.

 

Em nosso país, o primeiro espetáculo de balé clássico foi montado, em 1813, no Rio de Janeiro, nos palcos do Real Teatro de São João, com a direção de Lacombe. Mas esta arte só floresceu no Brasil no século seguinte, com a celebração das companhias russas de Diaghilev e de Pavlova, na mesma cidade, só que agora no Teatro Municipal. Posteriormente, nasceram talentos como os de Dalal Achcar, Márcia Haydée, Tatiana Leskova, Ana Botafogo, entre outros.

 

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Texto produzido por Ballet Paula Castro – Há 40 anos educando pela dança.

Conheça o Ballet Paula Castro e surpreenda-se!

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