Confessionário

Confesse as dores e alegrias de ser mamãe
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Crio meu menino de 5 anos sozinha e já passamos por muitas fases. Ele tem TDAH, mas só foi diagnosticado agora. Sempre foi muito agitado e sem atenção. Eu me culpava por nao ser uma boa mãe, por nao dar bons modos a ele. Agora sei que é algo mais complexo, e que deve ser tratado. Confesso que sinto falta de um apoio nessas horas, mas pela felicidade do meu menino, vou até o fim…

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Confesso que ando bastante estressada e sem animo pra fazer as coisas. Parei de trabalhar pra cuidar da minha bebê (6 meses) e meu marido acha que tenho que fazer tudo em casa também, que se outras pessoas conseguem eu tenho que conseguir. Ele não ajuda em nada e ainda acha ruim quando faz algo. Amo minha bebê, minha menininha, mas sinto falta do meu trabalho, de ajuda e de um tempo só pra mim. 🙁

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Acabei de ter um filho (há 2 meses) e me sinto culpada por pensar que ele irá dificultar o meu futuro como profissional, pois sou nova e mal comecei a faculdade. Eu o amo muito mas fico angustiada por ter parado a facul por ele…

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eu nao sou mae

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Olá!

Esses dias tenho perdido a paciência com meus filhos. Nada demais, apenas mais irritada e tolerando alguns chiliques por menos tempo. Mas, como toda mãe, me sinto mal por isso. Acho que é uma fase mesmo, TPM ou sei lá o que… Morro de culpa! Conversando sobre isso com uma amiga, ela me enviou um texto que achei muito interessante e real sobre quando as mães perdem a paciência, e resolvi compartilhá-lo com vocês. Afinal, espero não ser a única a perder a paciência de vez em quando…

Espero que gostem!

Mil Bjsss

 

Quando as mães perdem a paciência - Just Real Moms

 

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Nos blogs e comunidades do Facebook que eu participo, tenho visto mães cada vez mais aflitas quando o assunto é perder a paciência com os filhos.

Muitas se sentem culpadas e buscam conselhos e livros que ensinem “como não perder a paciência com os filhos em 5 lições”. Muitas também procuram ajuda na yoga, meditação e o que mais prometer aliviar tão grave comportamento.

A primeira coisa importante a dizer sobre esse assunto é: mães, sejamos realistas! Nós vamos perder a paciência com nossos filhos! Isso é fato.

Pessoas no trânsito perdem a paciência, chefes no trabalho, maridos, professores, caixas de banco, apresentadores de TV, presidentes. Nós, mães, não vamos ser exceção! Vamos perder a paciência como qualquer outro ser humano sobre a Terra!

Mas se isso é verdade, por que nos sentimos tão mal quando isso acontece?

Acho que as crenças sociais da atualidade nos fazem sentir assim. Estamos vivendo um momento de super valorização dos filhos (e de tudo que os influencia) e da presença massiva de livros, palestras e textos que pretendem ensinar “como ser um bom pai/ uma boa mãe” (como se alguém soubesse!). E, nesses livros, que colocam os filhos como seres especiais, que devem ser o centro de nosso universo, não há espaço para nenhum pai/mãe perder a paciência!

A psicologia também contribui para isso. Os pais hoje morrem de medo de que seus filhos se sintam rejeitados, pouco amados e incompreendidos, por culpa de “erros” como perder a paciência, trabalhar fora e não querer estar com os filhos em todo e qualquer tempo livre.

Não se pode negar que o pai/a mãe são a primeira referência social dos filhos. Com o tempo, essas referências se ampliam para outras pessoas: avós, cuidadores, amigos do prédio, pessoas na rua, professores, colegas de classe, colegas de outras turmas, namorados(as), chefes, colegas de trabalho etc.

Ora, se a referência que criamos para eles é de um pai/uma mãe que nunca perdem a paciência, que nunca se mostram tristes, cansados, que sempre estão disponíveis, que não precisam de tempo para si mesmos, que abdicam de tudo pelos filhos e só têm olhos para eles, vamos estar criando pessoas que esperarão o mesmo de todas as outras ao seu redor. E que se assustarão muito ao se depararem com um mundo onde as pessoas perdem a paciência, pensam em si mesmas, ficam tristes com suas atitudes, não estão o tempo todo disponíveis para eles e para as quais eles não são o centro do universo.

É claro que a relação com os pais é algo especial e que transcende, grande parte das vezes, o relacionamento comum que estabelecemos com outras pessoas. Mas também nessa relação especial, os limites podem e devem existir. Principalmente aqueles que dizem respeito à condição humana a qual todos nós estamos presos.

Portanto, mães, quando perderem a paciência com seus filhos, lembrem-se de que isso faz parte dos aprendizados necessários à vida em sociedade: de que as pessoas (inclusive você) têm limites, de que nem tudo que eles fazem é aceito pelo outro (nem pela mãe), que para viver nesse mundo é preciso aceitar boas doses de frustração. E que quando eles foram pais também perderão a paciência com seus filhos. E não sentirão culpa por isso…

Até a próxima!

 

Quando as mães perdem a paciência - Just Real Moms

 

Autora: Psicóloga Isabel Coutinho, especializada em gestantes, mães e pais de bebê

www.isabelcoutinho.com.br

 

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