As 10 coisas que as mães só aprendem depois que os filhos crescem

Sem categoria08/09/18 By: Juliana Freire
(14) Comentários

 

Oi, moms!

Tudo bem?

Neste feriado de Páscoa, viajei com minhas cunhadas e meus sobrinhos que já estão grandes, na fase da adolescência.

Conversamos muito sobre educação dos filhos e sobre as diversas fases da infância das crianças. Durante uma dessas conversas, tive a ideia de fazer uma lista sobre “As 10 coisas que as mães só aprendem depois que os filhos crescem”, e a Thaís, minha cunhada que tem um filho de 13 anos (aliás, ela tem um site incrível sobre moda e arte chamado Get Inspired), me ajudou a listar todos os pontos de acordo com sua experiência.

Adorei escrever sobre crianças mais velhas, pois nossas leitoras sempre pedem dicas e posts sobre os maiorzinhos.

Espero que gostem!

 

As 10 coisas que as mães só aprendem depois que os filhos crescem

1- Que o tempo passa muito rápido MESMO, e aquela famosa frase “aproveite enquanto são pequenos” é a mais pura verdade. O tempo não volta e precisamos curtir cada minuto.

 

2- Que poderíamos ter ficado mais tempo brincando e ao lado dos filhos. Sempre vamos achar que poderíamos ter aproveitado mais a infância deles.

 

3- Que deveríamos ter filmado vários momentos que não foram gravados e que foram esquecidos.

 

4- Que deveríamos ter anotado todas as frases engraçadas e fofas que eles diziam, pois a mente apaga a maioria.

 

5- Que passamos a “quase” ter saudades das madrugadas em claro.

 

6- Que eles se tornam tão independentes que muitas vezes ficamos sem saber o que fazer com tanto “tempo livre”.

 

7- Que as preocupações de mãe NUNCA vão passar.

 

8- Que os beijos e abraços comuns no dia a dia de uma criança pequena se tornam raros na adolescência.

 

9- Que todo esforço em educar VALE A PENA. E que escutar um elogio sobre a educação de seu filho, quando vai na casa dos amigos, por exemplo, faz você se sentir uma mãe realizada.

 

10- Descobrimos que tínhamos muito mais controle da situação quando eles eram pequenos, a impressão é a de que é mais fácil educar crianças pequenas. A famosa frase “filhos pequenos problemas pequenos, filhos grandes problemas grandes” é a mais pura verdade!

 

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14 Comentários:As 10 coisas que as mães só aprendem depois que os filhos crescem
  1. Fabiane

    Nossa que verdadeiro!!! Tinha tanto tempo livre quando a Natália estava com 11 anos que engravidei novamente, do Murilo e Mariana que hoje estão com 3 anos. Me sentia totalmente perdida com a independência dela. Hoje com 14 anos ela já é uma mocinha!! e realmente a gente esquece muita coisa… hoje me lembro de coisas que ela fazia por causa dos gêmeos que repetem algumas gracinhas.. E ouvir elogios sobre a educação dela me faz me sentir muito orgulhosa e certa de um trabalho bem feito! Parabens pelo site!!

  2. Clara Bandeira

    Puxa que verdades impressionantes! Queria voltar no tempo! Mas não é possível! E quando digo isso encho meus olhos de lágrimas! Mas por sorte tenho meu netinho lindo!Parabéns pela iniciativa!

  3. Letícia

    Incrível como tudo o que vocês escrevem se encaixa tão bem na minha experiência como mãe. Tenho dois filhos crescidos, um de 22 e outro de 16 anos. Realmente todos os 10 pontos aqui são verdadeiros e me fazem olhar para trás e perceber a importância de curtir cada dia, cada momento com os filhos. O tempo passa bem mais rápido do que os dias da semana. Eles crescem e vão viver suas vidas. Se nao aproveitarmos todos os dias, sentiremos saudade do que não vivemos.
    Um beijo a vocês meninas queridas!

  4. Graça Correia

    Isso eu sei… é assim mesmo!

  5. marina hessel

    Verdades incontestáveis!!!! tenho 3 filhos adultos maravilhosos e vivo ansiosa por seus próximos passos, pois o filho segue sua própria vida, mas o sentimento da responsabilidade por sua existência, permanece até nosso último suspiro e na verdade; esse sentimento nos impulsionam a seguir forte e confiante de que fizemos um bom trabalho. As lembranças da infância de meus filhos me emocionam, mas são as perspectivas de seus futuros que me movem!!!

  6. Luciene

    Desde o dia q soube estar grávida, comecei registrar meus sentimentos, mudanças e emoções. Aí veio o parto prematuro dos gêmeos e eu escrevendo a luta do dia a dia…hoje com 17 anos, tenho 3 cadernos onde continuo registrando momentos marcantes, desde malcriações q me chateiam às descobertas incríveis da idade. Não fosse essa minha atitude, hoje não nos divertíamos tanto relembrando(na verdade mta coisa não lembramos, mas se está escrito, é pq aconteceu)cada fase do crescimento deles. Vc q ainda tem filhos pequenos, comece fazer um diário, é compensador!!! Abraços!

  7. ivone lorete banzato de souza

    Concordo plenamente com essas 10 afirmações mas é so a pontinha de um icebrg grandão tem mais coisas que vamos aprendendo no dia a dia .

  8. Rosangela

    Minha filha fez 14 anos semana passada, talvez por ser mãe solteira e por ter saído do emprego e abrir uma loja para ficar mais tempo com ela éramos muito grudadadas, ela me beijava e abraçava o tempo inteiro, me contava tudo, mas de repente se eu mal posso chegar perto dela, estou perdida, esta matéria até me fez chorar, educação graças a Deus ela tem de sobra as inspetoras sempre elogiavam ela e os pais das amigas tbem. Sei que no fundo a semente do bem está la bem plantadinha e com o passar do tempo vai ficar td bem?

    • Mariana

      Adoro o blog e o visito sempre, desde a gravidez. Mas devo concordar que esse texto me desagradou profundamente. Não por conter uma opinião contrária à minha mas pela forma pelo qual foi escrito. Como já dito por algumas mães, cada mãe e cada família tem uma realidade. Não cabe à mim, ao blog ou à OMS dizer que estão erradas. Cada casa tem uma dinâmica, cada filho é de um jeito, tem peculiaridades. Na teoria é muito fácil dizer que o bebê tem que dormir no bercinho, no quarto dele desde o primeiro dia de vida. Mas, na prática, a realidade é muito diferente. As mães passam por uma fase muito dura, de muito cansaço, stress, sono e só elas (ou nós) sabemos como tornar a experiência mais tranquila e prazerosa. Como já dito, dados, estatísticas são muito relativas e podem ser muito tendenciosas. Esta colocação sobre a cama compartilhada, pra mim, é como a comparação entre parto normal e cesariana. Cada mãe deve fazer sua escolha e ponto final.

  9. Priscilla

    Eu sou uma mãe de 2 filhos, uma menina 12 e um menino 7, desde quando engravidei da minha primeira filha fiquei única e exclusiva para cuidar dela. É assim por diante. Hm sou uma mulher com 33 anos com 2 filhos que já não tomam tanto o meu tempo, mais não sei oque fazer com o meu tempo livre! É isso mesmo, não sei no que eu sou boa pra começar uma faculdade ou entrar no mercado de trabalho. Eu e meu marido brigamos muito por isso. Por que ela nunca deixou eu trabalhar e há eu tenho que fazer alguma coisa mais eu não sei oque fazer, não tenho animo, e estou super pra baixo. Desculpe o desabafo.

    • Soraia ferreira

      Tudo verdade!!! E acho que é por isso que dedicamos mais tempo para o netinho, não reclamamos de madrugadas em claro e pedimos tanto a paciência das maes com eles. na verdade estamos tentando reverter as nossas insatisfações.

  10. Nelson orsalino

    só um pequeno comentário, isso também vale para alguns pais, da maneira que vocês escrevem parece que todos os pais não são pais e sim homens que tem filhos. abraço Elizabeth vitoretto.

  11. MARIA LOVISI

    NOSSA BEM VERDADEIRO MESMO.ADOREI.PARABENS PELO SITE.

  12. Beatriz

    Não sou mãe ainda, porem tenho um amor imenso pelo site e sou viciada em tudo que publicam e amo ficar lendo! Parabens, continuem assim!

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