9 consequências que “terceirizar os filhos” pode causar

De Mãe para Mãe16/06/14 By: Renata Pires
(185) Comentários

 

Oi, meninas!

Hoje em dia é muito comum ouvirmos o termo “criança terceirizada”. Mas o que realmente isso quer dizer e o que isso pode causar nas crianças?

As crianças terceirizadas são aquelas cujo os pais transferem para terceiros a tarefa de cuidar, se preocupar e se responsabilizar por elas. Realmente o termo é um pouco forte, mas, atualmente, os pais estão deixando os filhos sob a responsabilidade de terceiros cada vez mais para fazer suas coisas, mesmo que não seja ir trabalhar.

 

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Nunca me esqueço de uma história que me contaram e que fiquei chocada… Uma mãe (que não conheço) tem três filhas que ficam aos cuidados da babá, pois ela é executiva de alto padrão e precisa realmente se dedicar à carreira. Até aí, ok… Mas, naqueles dias em que ela poderia chegar em casa mais cedo para ficar com as crianças, ligava para a babá e perguntava se as meninas ainda estavam acordadas. Em caso afirmativo, ela dizia que então entraria pela porta dos fundos para as meninas não a verem e pedia para a babá avisá-la quando já estivessem dormindo. Oi??? Desculpem, mas não consigo entender esse tipo de atitude.

Quero deixar claro que não estou aqui para julgar ninguém, apenas informar pessoas, por meio de dados científicos e psicológicos de algumas consequências que esse tipo de conduta pode causar. Ninguém aqui precisa provar nada para ninguém, criar filhos não é algo que se faça sozinho. Precisamos, sim, de uma ajuda. E também não acho que a mulher precise de fato abandonar sua carreira.

 

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Enfim, um vídeo muito conhecido do pediatra Dr. José Martins Filho, professor da Unicamp e autor de livros conceituados sobre este mesmo assunto, explica que esse “abandono” traz consequências e faz surgir a figura da “criança terceirizada”. Baseado nele e em outras fontes, fiz uma lista das consequências que isso pode causar.

 

young mother leaving a child/baby with a baby-sitter

 

Vamos à lista!

 

1) Quebra de vínculos

Por mais que a mãe precise trabalhar, é muito importante que ela se planeje e que consiga ficar o maior tempo possível com seu filho. Substituir os cuidados da criança com algum outro adulto (babá, avó, avô etc.) não é a mesma coisa. O vínculo, principalmente no primeiro ano de vida do bebê, é fundamental e é maior com a pessoa que cuida, que fica junto. Portanto, se o bebê passa 90% do tempo com algum outro cuidador, o vínculo será maior com ele. Martins não critica as mães que precisam realmente trabalhar e ajudar a família, mas pede que priorizem os filhos. “Trabalhem, mas não esqueçam as crianças. Sempre que possível, fiquem com elas. Deem atenção e mostrem carinho”.

 

2) Educação que os pais não aprovam

Muitos pais exigem que as escolas eduquem seus filhos. Porém, o papel da escola é alfabetizar, ensinar conhecimentos gerais, dentre outras coisas. Mas a educação vem de casa. Quem deve ensinar a andar, tirar a fralda, chupeta, falar “obrigado”, “por favor”, portar-se à mesa, ter afeto, modo de conversar etc., é a família! Portanto, não exija uma educação exemplar se você não tem paciência para mostrar ao seu filho o que é certo.

 

3) Falta de limites

Assim como na educação, os pais é que devem saber impor limites às crianças. As crianças terceirizadas, na grande maioria das vezes, não têm limites. Isso porque os pais chegam em casa tarde da noite e não querem brigar com os filhos, não querem que as crianças chorem ou gritem por algum motivo, então eles acabam cedendo a tudo o que os filhos exigem. E esse tipo de atitude é crucial na educação.

 

4) Prioridade invertida

O que acontece atualmente é que os pais têm grande limitação em abrir mão do conforto da vida que tinham antes dos filhos. Ou seja, querem o prazer de ter filhos, mas ignoram o desprazer, como se o ônus e o bônus não fizessem parte do mesmo pacote. O que é realmente prioridade na vida dos pais? A presença do pai ou da mãe é fundamental nos momentos de troca de fralda, quando a criança está adoecida, quando está num momento de birra… Não apenas quando está sorrindo e brincando.

 

5) A não valorização do outro

Diversos casos de delinquência juvenil, quando observados de perto, mostram crianças que foram totalmente solitárias, criadas sem vínculos razoáveis e, por viverem sob um abandono dilacerante, não aprenderam a valorizar “o outro” e não pensam que as pessoas devam ser respeitadas.

 

6) Problemas com figuras de autoridade

As crianças verdadeiramente terceirizadas, ou seja, as que possuem vínculos enfraquecidos com seus pais, provavelmente terão uma relação complicada com figuras de autoridade, pois, ao longo de suas vidas, exerceram autoridade sobre ela, pessoas com quem ela não possuía vínculos afetivos suficientes.

 

7) Baixa autoestima

A forte ausência dos pais pode também causar baixa autoestima nas crianças. É muito importante que os pais estejam presentes nos eventos escolares, nas entrevistas com os professores, nos jogos de futebol do colégio e qualquer outro compromisso em que elas solicitem sua presença. A “falta” dos pais nessas ocasiões, mexe muito mais com os filhos do que você imagina. Principalmente, no momento de ir aos consultórios médicos (hoje em dia muitos pais delegam essa “função” para as babás). As crianças já se sentem acuadas nesses ambientes, e a presença de um dos pais é fundamental para transmitir confiança, segurança e conforto.

 

8) Problemas comportamentais

Estes problemas são muitas vezes um escudo que as crianças usam para proteger suas questões profundas de abandono e medo. Por exemplo, uma criança que vive em um lar com pais totalmente ausentes, tem mais chances de desenvolver uma atitude negligente com um ar de superioridade arrogante para esconder o fato de que ela realmente os quer em sua vida.

 

9) Sensação de falta de afeto

Muitos pais podem estar fisicamente próximos de seus filhos durante a maior parte do dia, mas podem não estar afetivamente disponíveis a eles. Não conversam intimamente, não brincam, brigam e gritam a maior parte das vezes que se dirigem à criança. Crianças precisam se sentir amadas, precisam saber que são prioridade! Não consigo imaginar meus filhos sentindo falta de afeto, isso aperta meu coração. Tudo o que mais queremos na vida é que nossos filhos saibam que são as pessoas mais importantes das nossas vidas e que são MUITO amados! Isso faz toda diferença no desenvolvimento deles.

 

E, por fim, convido vocês a assistirem à entrevista do Dr. José Martins Filho:

 

 

Fontes: Crianças Terceirizadas / Everyday Life / Educar para crescer / Macetes de Mãe / N Magazine

 

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185 Comentários:9 consequências que “terceirizar os filhos” pode causar
  1. LUCIANA DE OLIVEIRA

    sou avó de uma garotinha de 4 anos e ela é minha vida, adoro cuidar dela, ter tempo p ela e ensinar tudo que ela precisa saber para ser uma pessoa completa neste mundo!!!!
    minha filha viaja muito e ela fica na escola durante o dia, e as noites comigo….É um barato cuidar dessa florzinha chamada Nicole!

    • Tiago

      Pode ser um barato, mas não substitui o papel da mãe.

      • Manuela

        Quer dizer então que crianças sem mãe estão perdidas?! Pq essa avó não tem condições de educar?

        • Michelle

          Tem plenas condições de educar, mas vó, tia, tio qualquer outra pessoa não substitui os pais, crianças precisam da mãe nas horas mais simples, como na hora do banho, não tem nada mais gostoso para a criança e para esta hora… Então são nas pequenas coisa que os pais fazem falta e com certeza refletirá no futuro.

          • marcos

            Fui criado com excelentes babas, porém, sempre senti um certo abandono materno, as horas em que estava comigo era muito brava e não sabia dar carinho, agora que adulto continuo a sofrer de um certo abandono afetivo terceirizado, pois ela continua com sua vida agitada, aposentada, bailes, terceira idade, etc…, nunca tem disposição ou tempo para os netos, que bosta estas novas avós tão ocupadas com futilidades….parabens aos pais e avós que entendem o real valor da vida e prioriza os filhos a profissão.

    • Vó Luciana,

      Acho mto lindo este amor verdadeiro q a sra. citou e acredito nele, Parabéns! Infelizmente existem avós q não tem este carinho tdo.

      Não me leve a mal, é só minha opinião…
      Só não concordo nesta terceirização q esta havendo com sua netinha. Esta acontecendo com ela exatamente o relato deste texto.
      A sra. educar nos momentos em q sua netinha esta junto, é uma coisa…mas o q me pareceu é q a responsábilidade de cria-lá, ficou com a sra. Sua filha qse não tem tempo pra sua neta? Ter q trabalhar é uma coisa…mas nunca ter tempo é outra e bem séria!

      Pense a respeito.

      Boa tarde!

      • eu

        concordo com o Dã

      • Sandra

        vou dar a minha opinião, porque sou fruto de uma terceirização, sou filha única e fui criada pela minha avó, uma pessoa fantástica que fez tudo o que pode por mim, a minha mãe nunca teve paciência com criança e isso me causou muitos problemas, sempre me sentia insegura, era uma criança muito quieta e a minha mãe nunca me deu muita bola, nunca consegui desenvolver vínculos com ela e me sentia muito incomodada com isso, hoje sou adulta tenho quatro filhos e isso trouxe consequências pra minha vida adulta e me faz mal até hoje, só posso dizer que filho tem que ser criado por màe e pai, lembrem-se na vida a gente co.he o que planta, é triste o que vou dizer, mais não espere receber amor de um Filho, se tudo o que vc deu a ele foram sobras!

        • Giselle

          Sandra, mas perceba que o problema não foi a “terceirização” e sim a personalidade da sua mãe…

          • Kélita

            Sim, pelo fato do comportamento da mãe, houve a terceirização que mesmo com todo o carinho, afeto, reconhecimento e o amor que recebeu da avó, não a deixou segura, tranquila, sentindo até hoje consequências que a incomodam e lhe fazem mal.

        • mylla

          oi, Sandra sou Filha unica e também sofri o que voce sofreu, mais infelizmente minha avo ficou de cama eu ainda era muito pequena…conclusão cresci sozinha sem irmãos ou primos por perto, minha mae solteira, saia para trabalhar e ainda fazia bico de manicure as vezes ela chegava as 22 hs…e muitas vezes toda a frustacao e raiva do dia ela descarregava em mim, hoje sou casada e tenho 3 filhos. por conta disso eu sou mãe exclusiva. Faco bolo, durmo de tarde com eles,assisto filme junto, ajudo no dever de casa, vou a todas as festa da escola.

    • eu

      concordo com o dã

    • Renata

      Oi Luciana! Ela deve se sentir muito bem de ter uma avós tão especial assim! Parabésn! Mil Bjss

    • graziella

      Que bom Dn. Luciana que a Nicole tem a senhora, mas nada nem ninguém é capaz de substituir a figura materna! …infelizmente é assim que funciona! Triste a mãe dela não poder ficar com ela.

  2. Clara

    Pra mim!

  3. Clara

    Pra ler em

  4. SILVIA

    ok

  5. heny

    tenho um bebe de 9 meses,larguei o emprego para dedicar somente a ele amo muito cuidar do meu bebe,mais se eu tambem trabalhasse iria me esforcar tambem para cuidar e ficar mais perto do meu filho,eu quero participar de tudo da vida do meu bebe.

    • carol

      Concordo Ricardo! Mesmo em pleno seculo XXI a mulher ainda e vista como louca se nao quer ser mae ou fracassada se nao pode ser mae. Como se nao ser mae e nao ser mulher. Nem toda mulher nasce pra ser mae, alias tem muitas que deveriam ser proibidas de terem filhos! Criar filhos ja e dificil pras mulheres que querem ter filhos. E no final quem paga o pato e a pobre da crianca…

      • Renata

        Concordo com sua colocação Carol! Mil Bjss

      • JANAINA

        EXATO CAROL

      • RANI MARA JACOB MIGUEL

        É VERDADE CAROL. NEM TODA MULHER DEVE SER MÃE.BEM COLOCADO! BJS

    • Renata

      Oi Heny! Vc está super certa no seu pensamento! Mesmo se a mãe trabalha, deve assumir o papel de “mãe”, que ninguém substitui! Mil Bjss

  6. Ricardo Rocha Aguieiras

    Acho que boa parte da responsabilidade disso é que, na sociedade atual, as mulheres são OBRIGADAS a terem filhos ou serão consideradas fracassadas. Vemos constantemente, em toda a mídia e propagandas a glorificação do papel de mãe como se este estivesse no DNA de cada mulher. Então, gera-se crianças apenas para satisfazer o outro, o olhar alheio, para responder a tudo isso, sem que realmente se ame a criança. Amor é uma construção, não se pode obrigar uma mãe a amar seus filhos. O que sobra? Perante tudo, o que sobra? sobra a culpa, o remorso, a mulher se sentindo frustrada por não conseguir amar ou se dedicar às suas crianças, vai perdendo o pouco de estima que lhe resta, proliferando o ódio e minando a felicidade possível. Sim, acho legal pensar sobre as “9 consequências que “terceirizar os filhos”, mas acho legal, também, pensar no antes e nos papéis que são sufocadamente cobrados de qualquer mulher.
    Ricardo Aguieiras
    [email protected]

    • Mena

      Perfeito, Ricardo. A maternidade é vista como uma obrigação pela sociedade. Pouca são as pessoas que refletem se exercer a maternidade ou a paternidade é algo que os apetece e cabe em suas vidas e acabam procriando por inércia, porque todos tem filhos, porque é a “lei da vida”.
      É muito bonita a noção de que filhos dão sentido q vida, torna as pessoas melhores, mas o mundo não é essa bolha cor-de-rosa que pintam por aí. Se assim o fosse não veríamos casos de abuso infantil e abandono (psicológico, inclusive, um tipo de abandono muitas vezes invisível perante a sociedade) por exemplo. Basta olhar ao redor!
      Não basta estrutura material e um simples querer para trazer um filho ao mundo. É preciso disposição, vontade, amor, enfim, uma gama de fatores para trazer uma criatura nesse mundo já tão difícil de se criar alguém. E, convenhamos, essa gama de fatores não é parida junta com a criança.

    • Vanyelle Maropo

      Não acho que exista uma cobrança da sociedade para que as mulheres sejam mães. O que se cobra é a responsabilidade! Hoje em dia ninguém faz mais nada só pra agradar e/ou “cumprir roteiro”. Toda mulher sabe antes de engravidar, da responsabilidade que é um filho, só que muitas acham que podem transferir essa responsabilidade sem maiores consequências. Todos nós fomos criados para reproduzir e há sim uma glorificação da imagem materna, porque ser mãe é algo divino, é um dom feminino, faz parte da natureza da mulher, os hormônios passam a gritar dentro de você. Algumas escolhem e conseguem “calar os hormônios”. Ok! Mas as que escolhem dar ouvidos a eles, têm sim a obrigação de se dedicarem, mesmo dentro de suas limitações. E todos sabemos muito bem a total e completa importância dos pais (principalmente da mãe) na vida de um novo ser. A mãe é a única pessoa com quem o bebê tem contato antes de vim ao mundo, então ao nascer, a mãe será a única referência para tudo na vida desse bebê. Ela, com a ajuda do pai, têm a missão de apresentar o mundo e a vida a essa criança.

    • Renata

      Oi Ricardo! Realmente a sociedade impõe certas coisas que, quando contra a opinião pessoal, pode se tornar muito ruim! Mas, cada um deve assumir o que realmente quer e, se optou por ter filhos, é muito importante que cuide, eduque e dê MUITO amor à ele! Bjss e obrigada

    • Claudia

      É verdade, Ricardo! Eu tenho 44 anos de idade e não quis ter filhos. Algumas pessoas me acusam de egoísta, de não gostar de crianças… Isso é bobagem. Não tenho problema nenhum com crianças, mas não tive vontade de ter filhos… Por que sou obrigada a tê-los???
      Muitas mulheres acabam tendo só por pressão e depois não dão conta de cuidar e educar como se deve. E quem sofre é a criança!
      Essa cultura de que mulher só se realiza se for mãe não é verdadeira. É uma crença que precisa ser revista.

      • Claudia

        ta coberta de razão.

  7. Elton

    Acredito que não devemos generalizar todas as situações onde o filho fica com um familiar como sendo um caso de criança terceirizada, seria uma situação injusta tanto com a criança como com com a família. Cada caso precisa ser avaliado pois mesmo trabalhando fora o mais importante é a qualidade de todo o tempo que os pais estiverem com o filho.
    O mundo em que vivemos exige que os pais, principalmente as mães trabalhem fora e não é uma decisão fácil, a necessidade de manter uma família colocar comida na mesa fala mais alto. Então cada caso é um caso.

    • Marcelo Tskin

      Tudo muito lindo e ideal. Vou avisar para a auxiliar de serviços gerais lá do escritório que ela deve abandonar o segundo emprego e os bicos de faxineira que ela faz nos finais de semana para passar mais tempo com seus 3 filhos.

      • Leco

        I agree with you…

        • Renata

          😉

      • Renata

        Oi Marcelo, esse é apenas um ponto de vista. Não precisa ironizar! Muito Obrigada

      • Leda

        Marcelo, os filhos sentem quando os pais não estão com eles porque não podem e quando não estão porque não querem, faz muita diferença e crianças entendem muito bem isso.

        • Kélita

          Concordo Leda. Ironias não pode ter espaço, quando se trata de educação e principalmente de crianças iniciando, aprendendo a viver.

        • Amanda

          Ai gente. Infelizmente a grande maioria das pessoas não da a devida importância para a educação dos filhos. Tenho um enteado e tenho muita pena dele. A mãe dele nunca cuidou do menino. Sempre delegou essa função à sua mãe.. E a mãe dela delega esta função a minha sogra.. Sempre achei tudo isso muito errado mas nunca tive voz. O menino fica cada dia na casa de uma avo.. Dorme onde da na telha.. Eh criado sem estrutura e regras desde que tinha 2 anos e hoje, com 6 apresenta problemas sérios de comportamento como ansiedade na hora de comer e o pior, agressividade.. Não sei o que pensam em criar uma criança desse jeito.. Criança precisa de rotina e ele não tem nenhuma.. Eh literalmente jogado para la e para Ca. Podem dizer o que quiser de mim, mas hoje não quero essa encrenca pra mim.. A mãe esta bem viva e bela por ai e pra postar nas redes sociais q ama o filho eh a primeira mas pra cuidar que eh bom nada. Eu to fora..Infelizmente quem paga eh a criança. Eu nem posso me aproximar muito pra não sobrar p mim

    • Dani

      Quando eu era criança, minha mãe trabalhava o dia todo e eu ficava sozinha com minha avó. Ela cuidava de mim e minha mãe chegava em casa já tarde da noite, pois trabalhava muito para pagar meu sustento, já que meu pai não colaborava. O problema é que quando minha mãe tinha tempo, ela saía com o namorado, e muitas vezes ela me levava junto, mas sempre era para um passeio dela, não recordo da minha mãe ter saído para um lugar específico de criança comigo, sempre saía comigo para um passeio dela, local com adultos, som alto, bebida alcoólica… algumas vezes o passeio era mais agradável, já que ela me levava na lanchonete com o namorado. Minha avó faleceu quando eu tinha 10 anos, então complicou muito para mim, pois não tinha quem cuidasse de mim durante o dia. E a cada dia minha mãe se dedicava mais aos paqueras e às festas. Muitas vezes ela me levou juntou nesses passeios, em bares, e lembro que ela voltava para casa dirigindo, tendo bebido cerveja, e muitas vezes chegamos em casa durante a madrugada e ate mesmo pela manhã. Sei que essa rotina durou muito tempo, quase toda a minha adolescência… um dia cansei, comecei a me isolar, tinha que priorizar os estudos, mas o prejuízo já tinha sido feito, isso tudo abalou muito minha auto estima, meu equilíbrio emocional etc, tive muitos problemas. Graças a Deus hoje sou adulta, tenha família, filhos e tenho juízo. Tento ter um relacionamento com minha mãe, mas confesso que tenho enormes dificuldades no tocante ao vínculo afetivo com ela. Passei tempos achando que isto era culpa minha, mas ao me tornar mãe, percebi que fui vítima e que não era culpada de nada. Decidi perdoá-la pelos erros, mas no tocante ao afeto, é algo que não tenho como construir, apenas posso estar disponível para um relacionamento do presente em diante, mas não posso construir algo que deveria ter sido realizado no passado, por ela. Vim relatar minha experiência como filha e como mãe, e como mãe posso dizer que tomei decisões diferentes. Minhas prioridades são os meus filhos, não abandonei por completo a profissão, mas esta ficou em segundo plano. Fiz ajustes na rotina e não me arrependo, pois é precioso poder educar os filhos, estar com eles, participar da vida deles.

      • Ehla

        Parabéns , muito bom ler uma história de superação, abraço

        • Renata

          Isso aí Ehla! Mil Bjss

      • Vanyelle Maropo

        Dani, graças a Deus por vc ter conseguido superar todos os traumas causados pela sua mãe e é completamente compreensível a ausência de vínculo entre vocês. E que bom que vc escolheu ser diferente dela. =D

      • Renata

        Nossa, Dani, que história! Obrigada por dividir com a gente!

      • Ana

        A minha história é tão parecida com a sua. Esse texto é muito verdadeiro. São danos irreversíveis. Faço terapia. Acupuntura. E optei em não ter grana pra passear e ficar em casa com os filhos. Só quem é vítima desse abandono pode falar. Já reparou como as mães que tercerizam ficam agressivas quando alguém diz que está errado? E vou te falar mais. É muito mais fácil tercerizar. Na hora do caos aqui. Na hora que tem que explicar uma coisa 10 x pra criança entender, eu penso ai senhor porque não estou trabalhando e indo almoçar com azamiga e não joguei essa barra pra Vó ou pra uma baba. Dai eu lembro que foi opção minha colocá-los no mundo. E um mundo melhor. Para isso tenho que EU a MÃE e o PAI educar. Assumir. Filho não é pra exibir na festa do natal não !

        • Dani

          É isso mesmo, ‘assumir’ é a palavra-chave, assumir a responsabilidade, amar, ter boa disposição e bom ânimo. Bjs!

      • Katia

        Dani,
        Não estou aqui para julgar ninguém muito menos sua mãe, mas acredito que para ser mãe e pai ambos devem e tem obrigação de renunciar em prol do filho para educá-lo. Muitos acham que só em alimentar e dar estudos já é suficiente, mas não funciona bem assim. Tenho uma filha com 4 anos e nunca transferir ou terceirizei a minha responsabilidade de mãe para ninguém, e moro com meus sogros. Somos país muito presente na vida da nossa filha, apesar das interferências diárias não permitimos que atrapalhe na educação da nossa pequena. Quero que ela se sinta amada e protegida por nós dois. A pior coisa que existe para uma criança Eh a indiferença dos seus pais.

        • Dani

          A indiferença dói muito… há pais que acham que dão tudo ao filho ao prover o sustento, mas isso é apenas obrigação. Penso como você, os pais devem dar o sustento e ensinar valores aos filhos, e isso não é dizer “trabalhe e estude”, mas sim dizer:””venha aqui, vamos ver sua tarefa da escola””.. os pais têm por obrigação ensinar, e não ‘empurrar’. Não é dizer “estude!”, “trabalhe!”, “faça isso ou aquilo”..os pais devem direcionar, orientar…li um artigo sobre a diferença entre os pais que ensinam e pais que empurram, lá descreve isso que estou tentando explicar….já ouvi demais pessoas falando: meu filho não arruma o quarto, não organiza seus brinquedos, não faz isso ou aquilo…e eu não perco a oportunidade e pergunto: e vc já o ensinou a fazer isso? Penso assim:falar e dizer o que tem que fazer não é ensinar, é empurrar. Então digo: senta com seu filho, conversa com ele, identifica a dificuldade dele, pois vc é o educador e ele é a criança (e não um mini adulto), converse com ele, oriente, faça junto com ele, chame-o para ajuda-lo a fazer a tarefa que ele deve aprender a fazer, mas torne o momento agradável, algo em família, um valor a ser ensinado, e não transforme o “estudar” ou “arrumar o quarto” em algo negativo, como uma imposição.. é melhor dizer: “filho, vem cá organizar os brinquedos (quarto etc), pois temos que ter organização, saber cuidar das coisas, pois é importante pelos motivos (daí lista os motivos, o ensinamento) etc” isso é dialogar, ter uma atitude positiva com a criança, isso é educar…agora chegar e dizer: “vc não faz nada certo, não arruma, não faz isso ou aquilo, porque vc faz assim, pq é tão teimoso? etc etc…”Essa é uma atitude negativa dos pais, não educa, apenas descontrói a criança, sua auto estima é esmagada, e o ensinamento que deveria ter como algo bom, torna-se um fardo….eu vivi isso na minha vida, sei como é ruim, mas perdoei minha mãe, ela não tinha condições de fazer o melhor, o motivo disso é entre ela e Deus…mas o que importa é tocar a vida adiante, de forma produtiva e positiva, busco muita orientação em Deus pois Ele ensina pelo amor e tento fazer isso com meus filhos, ensinar amando, educar é ensinar amando, não colocando rótulos na criança, vendo-a como um ser em desenvolvimento e que precisa dos pais para formar o seu caráter… o que o filho tem de ruim muitas vezes ele aprendeu com as atitudes dos pais, pois a criança mais aprende pelo exemplo do que pelas palavras….

      • Neli

        Interessante. Só cobrou atitude da sua mãe. E o seu pai, que ele fez por ti? Porque não se cobra também do pai que cuide dos filhos que põem no mundo?

        • Dani

          Neli, não cobrei apenas ”atitudes da minha mãe”, mas sim ”relatei” apenas meu relacionamento com ela. Quanto ao meu pai, posso falar um pouco sobre ele: o meu pai fez por mim menos do que minha mãe fez, pois ele vivia afundado no alcoolismo e nas drogas.

          Enquanto eles eram casados ele viveu assim, sei que ele trabalhava e sustentava o lar, mas também bebia e usava drogas, não era um exemplo de marido e minha mãe também não era um exemplo de esposa, eu desconheço o nível de envolvimento dele com as drogas, mas tenho algumas lembranças dessa conduta dele (mas hoje isso não importa).

          Depois do divórcio dos meus pais, ele ficou pior, pois ele na época estava enfermo devido a um acidente, e optou por se afundar mais ainda no caminho destrutivo que ele já trilhava na vida dele.

          Essa decisão dele custou caro, pois não teve convívio com a filha (eu), e se prejudicou ainda mais na saúde física e mental. Mas o que importa hoje é que ele admite tudo o que fez de errado, foi mais fácil conseguir liberar perdão pra ele, pois ele ‘admitiu o erro’ dele e vi o ‘arrependimento dele’ tendo em vista que ele sabe o que perdeu, ele sabe o que plantou, a atitude dele foi muito consciente, coerente e madura.

          O que meu pai perdeu não tem volta, ele perdeu, foi a colheita da semente que ele plantou. Já quanto à minha mãe, perdoá-la foi mais difícil pois ‘ela não admite os erros dela’, ela ‘transfere os erros e as responsabilidades dela aos outros’, pois na vida dela ela é a ‘vítima’ e todos ao redor foram pessoas ‘más’ que não colaboraram para que a vida dela fosse melhor.

          Ate hoje minha mãe é assim, ela transfere as responsabilidades dela aos outros. A vida dela tem sido muito infeliz devido a esta forma de agir. Ela não admite os erros dela, e consequentemente não é ‘restaurada’, não amadurece como pessoa nem consegue restaurar os relacionamentos quebrados que ela acumula na vida. Ela continua a plantar uma semente ruim, infelizmente.

          Hoje sou mãe, e há alguns anos decidi trilhar uma ”caminhada de liberar perdão” aos que me fizeram mal, a começar pelos meus pais. (observação: Não que eu seja uma ‘pobre coitada de um passado infeliz’, mas geralmente crianças que não foram cuidadas por seus pais, sofrem abusos não apenas dos pais ausentes, mas se tornam vulneráveis a toda espécie de pessoas de intenções más que estão ao redor esperando uma oportunidade, e como os pais não estão cumprindo a responsabilidade de proteção, então a criança fica vulnerável, mas isto é outra história e não cabe no contexto da nossa conversa).

          Os motivos dessa decisão de ‘liberar perdão’ foram diversos, tais como: cumprir o mandamento de Jesus, de amar e perdoar; ‘viver melhor’; não adoecer meu corpo etc; mas o motivo que destaco aqui é “não cometer os mesmos erros que os meus pais”, pois aprendi que todas as pessoas podem errar, e é muito fácil errar, principalmente quando agimos pensando que estamos certos.

          Ao liberar perdão aos meus pais, aprendi também a reconhecer muitas falhas minhas e a não repetir os erros dos meus pais no que me for possível.

          Entendi que eu poderia ter sido pior do que os meus pais, acredita? Eu poderia ter sido pior do que eles, mas Deus é muito bom e abriu os meus olhos.

          Aprendi que devemos assumir as nossas responsabilidades, independentemente das pessoas fazerem o mesmo. Eu assumi a minha responsabilidade com os meus filhos, e diariamente avalio a minha vida para ver se preciso mudar algo (e todos os dias eu erro, pouco ou muito, mas erro sim e aprendo), pois não sou perfeita.

          Vejo os erros dos meus pais como um ensinamento para mim e para muitos, mas eu poderia usar tal experiência negativa apenas para ser um fardo pesado a carregar pela vida, mas optei por um caminho melhor.

          A responsabilidade de cuidar dos filhos cabe ao pai e à mãe na mesma medida, e no final de tudo e no momento certo, cada um colherá do que plantou e prestará contas individualmente por seus atos.

          • Lucy Dagios

            Dani, Parabens por ter atitudes tao sabias.Com certeza Deus te abençoará maravilhosamente, e voce colhera bons frutos das boas sementes que vc esta plantando! Que o Senhor Deus esteja sempre contigo!

          • Liu

            Lindo o seu depoimento, fico feliz ao ler algo assim, superação e vitórias! Tenho uma história parecida, estou trilhando meu caminho, ainda precisando muito melhorar! Firmar com Deus, que é a melhor solução. Um abraço para toda a sua família!

    • Sol

      é bem isso mesmo Elton,estão generalizando e não pode!Cada caso é um caso.

    • Renata

      Oi Elton! Com certeza não devemos generalizar! A mãe pode trabalhar sim, mas não deve nunca de deixar de lado e terceirizar a educação e amor ao seu filho! Bjss e obrigada

  8. flavia gonçalves dos santos cruz

    mto bom esse video

    • Renata

      Oi Flavia! Fico feliz q tenha gostado! Mil Bjss

  9. rubens valente

    Voces estão de brincadeira ,nesses casos não tem meio termo ,,não existe isso de tem que trabalhar ,o que acontece é que que as pessoas preferem trabalhar para ter um celular de 1000,00 uma tv de 42″ um carro de 50.000,00 e trocam a educação dos filhos por isso . Emtão não me venham com críticas a pessoas que tem o mesmo pensamento que a grande maioria ,pois a mãe que deixa seu filho o dia inteiro em uma creche ou escola ou com uma babá está terceirando os serviços . Isso é igual a pecado não existe pecadinho ou pecadão existe simplesmente pecado.

    • Tatiana

      Meu caro, trabalhar não representa apenas ganhar dinheiro para comprar. Trabalhar significa produzir, ocupar a mente , crescer , evoluir e tantas outras coisas que um pensamento limitado não consegue compreender

      • Rubens

        sim concordo plenamente com vc ,entretanto quando se terceriza educação de crianças vc está muitas vezes destruindo um ser será que vale a pena .Tente ser a criança ! é dificil né .sabe porque ? a criança apenas obedece .se quer uma pai ou uma mãe se pergunta será que o meu filho quer ficar comigo ,que passear ,brincar.Agora tem pessoas realmente não ligam para isso.Sentem amor da boca para fora.

        • Katia

          A questão Rubens que hoje em dia as mulheres querem gerar e não educar. Tenho uma filha com 4 anos, mas decidi engravidar após cinco anos de casada e foi uma decisão muito bem pensada. Desde da hora que soube que estava grávida até hoje nunca me eximir da responsabilidade de mãe. Sou muito criticada por familiares por ser uma mãe muito protetora, mas não ligo Pq quero que ela se sinta protegida e amada.

    • Renata

      Oi Rubens, concordo que os valores estão invertidos hoje em dia. As prioridades mudaram! Muito obrigada pela participação! Bjs

    • Viviane Helena

      Trabalhar fora quando se tem filhos pequenos não é fácil, e com certeza não é a escolha de ninguém. tipo assim: “deixo meu filho aqui e vou trabalhar pq preciso fazer outra coisa” se trabalhamos fora é por necessidade, infelizmente no Brasil a realidade é essa, nós mulheres não temos incentivo algum, como por exemplo em alguns países europeus, onde as mães recebem para ficar com os filhos em casa até certa idade. Nós somos, de certa forma, obrigadas a trabalhar para sustentar a casa, não é uma escolha. Vivi as duas realidades: cuidei de minha filha até os três anos, só para ela, e quase passamos fome, quase perdemos tudo o que tínhamos(por motivos que não vem ao caso aqui), então tive que sair e procurar trabalho, para dar uma vida digna a mim e a ela. Com meu filhinho agora, cumpri a licença de 6 meses e voltei ao trabalho, foi e continua sendo muito difícil separar-me dele todas as manhãs para trabalhar, mas é preciso.Mas meus finais de tarde, minhas noites, meus finais de semana, minhas festas, minhas contas a pagar, minhas compras, enfim toda minha rotina fora do expediente de trabalho(pasmem, até dentista!) eu tenho sempre a companhia dele.Ele, embora um bebe, sabe de meu esforço, e sabe quem é sua mãe e seu pai. Entendo essa questão de “criança terceirizada” pois trabalhei em escolas e tive alunos que infelizmente, preferiam a mim do que seus pais…

    • sandra

      Rubens, você está de parabéns, os que vem com conversinha de “não generalizar” com certeza terceirizam os cuidados com os filhos.

  10. Maria da Conceição

    Amei sua palestra…Concordo plenamente com o seu conceito feito sobre criança terceirizada. Como educadora vejo como as crianças nos dias de hoje são carentes. Elas nos colocam como um suporte de amor na vida delas. Tenho alunos que pedem até para morar comigo e isso dá para sentir a falta de presença dos pais na vida deles. Não presença física, mas presença de atenção de carinho. Muitos jogam esta responsabilidade de “educar” a escola deixando as crianças a mercê de uma educação paternal.

    • Renata

      Oi Maria da Conceição! Muito obrigada por compartilhar conosco sua visão como educadora! Foi muito útil! Mil Bjss

  11. Alcione

    Trabalho o dia todo, mas faço o impossível para estar com minha filha o maior tempo possível, eu mesmo acordo e arrumo ela pra ir pra ir pra escola, levo pra escola e pego também, a noite faço questão de cuidar dela, mesmo cansada brinco, passeio e educo. quando estou muito cansada e estressada levo ela pra casa da minha cunhada para brincar com os primos que também é muito saudável, estou sempre presente na vida dela nos momentos importantes, como festinhas da escola, consulta com pediatra, enfim tento ser presente o maior tempo possível, sacrifico meu lazer e outras atividades para estar com ela, pois considero minha presença fundamental para o bom desenvolvimento dela.

    • Sol

      FAÇO DAS SUAS AS MINHAS PALAVRAS,FAÇO O MESMO QUE VC!IGUALZINHO,EU ARRUMO E LEVO NO JARDIM,EU BUSCO E SEMPRE É A MAIOR FESTA,CUIDO,BRINCO,ENSINO A NOITE E DURANTE O FINAL DE SEMANA,SEMPRE PASSEIO COM ELA MESMO QUE SEJA DE CARRINHO NA RUA E ELA ADORA,EU VOU NAS CONSULTAS,SEMPRE ESTOU NAS FESTAS DO JARDIM BEM ASSIM MESMO COMO VC!E NÓS NOS SACRIFICAMOS COM TODO AMOR E CARINHO E PARA DAR O MELHOR AOS NOSSOS FILHOS,PRA AINDA TER OUVIR CERTOS TIPOS DE CRÍTICAS COMO ESSE : (Emtão não me venham com críticas a pessoas que tem o mesmo pensamento que a grande maioria ,pois a mãe que deixa seu filho o dia inteiro em uma creche ou escola ou com uma babá está terceirando os serviços . Isso é igual a pecado não existe pecadinho ou pecadão existe simplesmente pecado.)AH TENHA DÓ NÉ!!!

    • eu

      concordo!

    • Renata

      Oi Alcione! É isso aí!! Esse é o certo! Não tem problema nenhum em trabalhar fora, a questão é querer cuidar, educar e dar amor aos filhos! Isso faz diferença!! Parabéns!!! Mil bjss

  12. Marcia

    Oi
    Concordo com um monte de coisas deste texto. Algumas opiniões minhas são diferentes, mas o que seria do mundo se todos pensássemos igual:
    1. A figura materna é importante, mas na sociedade moderna, não podemos esquecer de outros cuidadores (pai, avós, berçaristas). Muitas pessoas focam e julgam demais as mães. O importante no primeiro ano de vida é a criação do vinculo de confiança com este cuidador, que deverá suprir as suas necessidades para a criança crescer com autonomia, independência, etc…(vide teoria do desenvolvimento Psicossocial de Erikson, psicanalista).
    2. Educação tem que vir de casa, mas por vezes qdo aparece uma oportunidade de injetar cidadania, valores, outras questões que não sejam relacionadas com o ler e escrever ou fazer contas, tb são bem vindas na escola. Discordo com as famílias que largam os filhos na porta da escola de pijama pois não ” conseguiram ” fazer a cça se vestir e escovar os dentes, mas tb acho que a escola pode trabalhar varias questões ligadas ao tema. Outro dia vi um vídeo de uma escola na França que tinha um espelho para a criança pequenininha se olhar, e ao lado tinha um porta lencinho de papel e um lixinho. Ela se olhava e se estava suja, logo era incentivada a limpar o nariz e jogar o lenço no lixo. NA ESCOLA( achei o máximo)
    3. Acredito numa parceria. Precisamos de ajuda sim. Trabalhar não é apenas uma necessidade financeira. Trabalhar significa continuar a produzir. Importantíssimo na vida de homens e mulheres, mesmo que tenham produzido já os seus filhos.
    4. Por último, se é para terceirizar, mas obviamente , numa relação de parceria, eu sugiro a escola. Por mais gripinhas e narizes escorrendo que a gente vai ter que lidar, sempre sou a favor da interação com outras crianças e adultos, espaço com cores e texturas diferentes, hora de atividades, que farão com que esta crianças se desenvolva de forma saudável tanto cognitivamente, socialmente, fisicamente…

    • Iolanda

      Concordo com vc, Marcia!
      Tenho 3 filhos, maravilhosos, carinhosos, honestos,(homens de BEM, hoje independentes). Trabalhando e estudando, para “não dar a eles” a mesma infância de privações, que tive… Procurei dar muita atenção e carinho. Realmente, pode ter havido algumas falhas, pela minha “ignorância”, sou da geração mais antiga, sem informações, (63 anos). Hoje, agradeço muito a Deus, por ter me abençoado tanto, através dos meus filhos amados, do pai deles e do meu trabalho maravilhoso!

  13. Swiany

    Achei que nunca iria encontrar nesse mundo pessoas que pensam como eu,sensacional o vídeo,só tenho 18 anos e minha baby tem quase 3,antes mesmo dela nascer eu ja estava decidida que iria apenas cuidar dela apos o nascimento,e eh isso q eu faço dedico boa parte do meu dia e do meu tempo so pra ela,nao sei como seria se fosse diferente,hj eu nao tenho coragem de deixar ela pra trabalhar,pelo menos nao o dia todo,pois ela ja sente muita falta do pai q trabalha o dia todo mas assim q chega o tempo dele é quase todo pra ela.Sou julgada? sou e muito,acham q tenho preguiça de trabalhar,mas na verdade eu nao tenho é coragem de deixar minha filha nas mãos de um e de outro,nao quero outra pessoa educando ela,ninguem vai cuidar dela como eu,ninguem vai ensinar e educar ela como eu.Vejo pessoas da minha familia,da minha rua que deixam os filhos com vizinhos,babas,conhecidos e não sabe de um terço do q acontece com essas crianças,uma semana dessa presenciei a senhora q “cuida” das filhas da minha vizinha chamando palavrao com elas,ja vi elas soltas correndo na rua,ai vem um carro bate na criança ou vem alguem e sequestra e a mãe vai botar a culpa em quem “cuida”,sendo a culpa é total e unicamente dela,e é isso q eu não quero q aocnteça,eu sair e deixa minha filha com alguem q alem de tratar mal,ensinar coisas erradas ainda não se importa com ela??? JAMAIS .quando vc REALMENTE PRECISA trabalhar eu não digo nada,mas as vezes nem precisa mas vai so pra ter um tempo dos filhos,fico revoltada com essas maes q saem pra farrar e deixam seus filhos não ligam nem pra saber se a criança comeu,essas maes q viajam pra passear q passam dois ou tres dias longe dos filhos,eu não consigo ser assim e acho q nunca vou conseguir.sou mae coruja? sou ate demais e nada me da mais prazer do q poder da o almoço da minha filha,da um banho,assistir desenho com ela.se um dia eu realmente precisar trabalhar pode ter certeza que vai ser pior pra mim do q pra ela.

    • Renata

      Oi Swiany! Muito obrigada por nos contar sua história e seu ponto de vista! Ser mnae é isso aí! Parabéns! Mil Bjss

      • Rubens

        Parabens Swyany.Acredite nas suas convicções pois elas estão corretas
        foque no amor . pois ele trará as demais coisas tenha certeza disso.
        è evidente que as demais possam demorar mas é certeza que vai conseguir com planejamento e paciência .

  14. Jorgelena Menezes

    Simplesmente linda e muito atual a matéria…parabéns! Vcs reforçaram minha opção de fazer Pós-Graduação em Psicopedagogia!
    Abraços.

    • Renata

      Oi Jorgelena! Muito obrigada querida! Fico feliz que tenha gostado! Apoiadíssima a sua pós! Mil Bjss

  15. Michele

    Excelente a reportagem.

    • Iolanda

      Rita Clara…
      Falou e disse! Sabedoria pura… que só se adquire com nossa idade, (por ex)…hehehe…. Grande abraço!

    • Renata

      Oi Michele! Muito obrigada! Mil Bjss querida

  16. RITA CLARA LIMA E SILVA

    Rita Silva SÓ POSSO RESUMIR TUDO O QUE JÁ VIVI NO SEGUINTE:….NÃO EXISTE ESTADO DE VIDA IDEAL, CADA PESSOA TEM SEUS PROBLEMAS, …CADA CASO É ÚNICO,…CADA FAMÍLIA TEM SUAS PECULIARIDADES!…MAS SINCERAMENTE NÃO PODEMOS CRITICAR NINGUÉM,…HÁ UMA FRASE, PARA MUITOS DE EFEITO, MAS O CONTEÚDO É MUITO RELEVANTE, AFINAL:- ” Antes de julgar a minha vida ou o meu caráter calce os meus sapatos e percorra o caminho que eu percorri; viva as minhas tristezas, as minhas dúvidas e as minhas alegrias. Percorra os anos que eu percorri, tropece onde eu tropecei e levante-se assim como eu fiz. E então, só aí poderás julgar. Cada um tem a sua própria história! Não compare sua vida com a dos outros. Nunca se sabe o caminho que eles tiveram que trilhar” (Autor desconhecido)….COMO PODEMOS JULGAR, OU QUERER GENERALIZAR SOBRE A CRIAÇÃO DE UM FILHO??? POIS MUITAS MÃES TÊM NECESSIDADE DE SAÍREM DE CASA PARA TRABALHAR E COLOCAR A COMIDA NA MESA, VESTIR E CALÇAR OS FILHOS, PROPORCIONAREM SAÚDE, PAGAR A EDUCAÇÃO,… E AINDA ARRANJAR UMA CRECHE OU ESCOLINHA ONDE DEIXÁ-LOS ENQUANTO TRABALHA, PARA QUE SEUS FILHOS FIQUEM BEM CUIDADOS E ASSISTIDOS!…E NA MAIORIA DOS CASOS É POR PURA NECESSIDADE QUE UMA MÃE SAI DE CASA PARA PROVER OU AJUDAR EM TODAS AS COISAS DE QUE UMA CRIANÇA PRECISA!…ALIÁS, MESMO TENDO UM MARIDO OU COMPANHEIRO, HOJE É DIFÍCIL A FAMÍLIA CUJO HOMEM DA CASA CONSEGUE DAR CONTA DE TUDO QUE SEUS DEPENDENTES NECESSITAM!…TUDO É LINDO E CERTO ENQUANTO ESCRITO, E TEM MAIS… UM PAPEL ACEITA TUDO, CONTUDO NÃO É DE TEORIAS QUE AS PESSOAS SE CRIAM, CRESCEM E SE AUTO SUSTENTAM!…ATÉ CERTA IDADE, OS FILHOS PRECISAM QUE LHES OFEREÇAMOS RESPALDO PARA CRESCEREM SAUDÁVEIS, ALFABETIZADOS, VESTIDOS, CALÇADOS, EDUCADOS, ALÉM DE TUDO COM O PSIQUISMO PERFEITO, AUTO ESTIMA EM ALTO CONCEITO, E BLÁ…BLÁ,…BLÁ!…SIM POR QUE TAMBÉM HÁ QUE TEREM MUITO CARINHO, ATENÇÃO, AMOR, LAZER, SEGURANÇA MATERIAL E AFETIVA,…ETC…!…LOGO, NINGUÉM PRECISA SER MULHER MARAVILHA, PARA SER UMA MÃE PERFEITA, DIGNA, SÁBIA, COERENTE, INTUITIVA,…POIS TODAS AS MÃES DE HOJE, E ATÉ MESMO AS DE ANTIGAMENTE,…SEMPRE PRECISARAM ” ASSOBIAR E CHUPAR CANA….AO MESMO TEMPO!”…A MAIORIA DAS MÃES SEMPRE QUER E FAZ O SEU MELHOR PARA EDUCAR E CUIDAR BEM DOS SEUS REBENTOS, SALVO ALGUMAS EXCEÇÕES, SIM POR QUÊ A MAIORIA SEMPRE PRIORIZA SUAS “PRECIOSAS JOIAS RARAS”….SEUS FILHOS, SEJAM ELAS RICA OU POBRE, LETRADA OU ANALFABETA, INTELIGENTE OU LIMITADA…! E TEM MAIS AINDA,…MUITAS VEZES MESMO MÃES QUE FICAM SOMENTE CUIDANDO DE CASA E DE FILHOS NEM SEMPRE SÃO BEM SUCEDIDAS, QUANTAS OLHAM PARA TRÁS E SE PERGUNTAM…” ONDE FOI QUE EU ERREI ???”… POIS VÊM FILHOS DEPENDENTES QUÍMICOS, ALCOÓLATRAS, LADRÕES, MAUS CARACTERES, DESONESTOS, DESOCUPADOS,…ETC…,….E MUITOS DESTES SÃO FRUTOS DE LARES EQUILIBRADOS, E QUE TIVERAM TODA A ASSISTÊNCIA PARA CRESCEREM BEM E DE FORMA IMPECAVELMENTE PERFEITA!….MAS E DAÍ??? DE QUEM SERIA A CULPA???….MENINAS! AQUI NÃO VAI NENHUMA CRITICA AO ASSUNTO, MAS SIM ALGUMAS PONDERAÇÕES SOBRE ESTA TAREFA TÃO COMUM E CORRIQUEIRA, QUE É CRIAR FILHOS, …PORÉM TÃO IMPORTANTE, VALIOSA, RESPONSÁVEL E SÉRIA, POIS NÃO ESTAMOS LIDANDO COM OBJETOS E SIM COM PESSOAS, …COM CRIATURINHAS ENVIADAS POR DEUS EM NOSSAS VIDAS, CUJA NOSSA TAREFA MAIOR E IMPORTANTÍSSIMA … É FORMAR, ENSINAR, CUIDAR, AMAR E AJUDAR A MOLDAR ALMAS VALOROSAS, BOAS, CAPACITADAS,….E COM TANTAS E MAIS TANTAS QUALIDADES E VALORES,…MISSÃO NADA FÁCIL, MAS A GENTE ABRAÇA A CAUSA E COM MUITO, MAS MUITO AMOR E CUIDADO PARA COM NOSSOS FILHOS, ….E ATÉ NETOS, OU ATÉ POR ESTRANHOS AOS QUAIS NOS AFEIÇOAMOS E NOS SENTIMOS RESPONSÁVEIS! COM CARINHO! RITA CLARA
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    Rita Clara Lima e Silva- Mãe de 2 filhos, avó, com 63 anos
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    • Aliane

      Rita, o texto em diversas vezes faz diferença entre mulheres que trabalham e precisam deixar os filhos com babás, familiares ou em escolinhas com pessoa q terceirizam os filhos. (Como aquela mulher q qdo ia chegar cedo em casa entrava pelos fundos pras filhas não verem ela chegando o.O). Tem pessoas q não deveriam ter “procriado”.
      Existem mulheres que levam as crianças doentes pra escola pq tem hora no salão de beleza ou pq “precisam” ir ao shopping comprar uma bolsa nova.
      Assim como tem mulheres q trabalham duro, mas no fim de semana contratam uma babá pra fazer uma viagem pra descansar. Um dia, as crianças crescem e estas pessoas não sabem q adolescente é aquele sentado no sofá. Não conversam, não brincam, não educam seus filhos… É sobe isto q o texto fala.

      • Renata

        Aliane, concordo TOTALMENTE com vc! É exatamente isso que eu tentei passar! Obrigada! Mil Bjs

    • Sol

      NOSSA RITA AMEI O QUE VC ESCREVEU,E SOU DA MESMA OPNIÃO,PQ A MATÉRIA ATÉ PODE COMENTAR DOS DOIS TIPOS MAIS GENERALIZOU QUE A MAIOR PARTE DEIXA TAL RESPONSABILIDADE PARA OS OUTROS E NÃO É BEM ASSIM!PARABENS O QUE VC ESCREVEU É A MAIS PURA VERDADE!!

  17. jaqueline

    Eu tenho um filho de 11 meses, infelizmente tive que começar a trabalhar quando ele tinha 5 meses, ele fica com minha mãe. Mas quando pego ele tento ficar o maior tempo possível, dar carinho e amor, meu marido também é babão. Se eu não precisasse realmente trabalhar já teria largado meu trabalho , ou, melhor, nem teria voltado. Sou professora, e minha coordenadora me ajudou com a questão dos horários, pra eu poder ficar maior tempo com meu filhote de leão….rs

    • Renata

      A qualidade do tempo que passamos com nossos filhos é o importante. Que bom que tem o suporte da coordenadora.
      Bjsss

    • Renata

      Oi Jaqueline, o importante é ficar o máximo tempo possível com as crianças! Isso faz sim diferença! Vc está de parabéns por tentar arrumar tempo para ele! Mil Bjss

  18. Karla

    Bem interessante, de maneira geral. Mas muito interessante, mesmo, é que em todos os itens, à exceção do primeiro, “os pais são responsáveis”. No primeiro item, “quebra de vínculos”, apenas a mãe é “culpada” por trabalhar de mais.
    O pai, esse ser mítico que, pelo jeito, na cabeça de muita gente, ainda, só tem responsabilidade na concepção, não precisa se preocupar em estar presente, em dosar sua jornada de trabalho, ou, de repente, quem sabe, abandonar sua carreira e se dedicar exclusivamente aos filhos.
    Essa cobrança é exclusivamente voltada às mulheres.
    Que fofo. Só que não.

    • Renata

      Oi Karla, você tem todo direito de expor seu ponto de vista. Acho que vc não chegou a assistir o vídeo, onde o pediatra cita o porque da “mãe”neste primeiro item! Assita e depois comente. obrigada Bjss

    • Rubens

      Karla ,para mim independe de quem vai trabalhar o importnte é que a criança esteja com um dos pais.O grande detalhes é que na maioria das vezes e cada vez mais ,jovens se tornam pais sem ter condições ,tanto psicologica como financeira .e aí inicia-se o rebu

  19. Mércia Maria Braz Ferreira

    sou mae de tres filhos, hoje adultod, eu sei bem o que passei como consequência de ter tercerizado. os cuidadosvckm od meus filhos.

    • Renata

      Oi Mércia, muito bom ter uma opinião como a sua!

  20. Eloiza Barros

    Ninguem substituí os pais de uma criança!

    • Renata

      Concordo Eloiza! Mil Bjss

    • Luciana

      Quer saber, não acredito em um adulto sem traumas. Meus pais foram maravilhosos, carinhosos, pais perfeitos! Minha mãe foi trabalhar, eu tinha 8 anos de idade, sentia muito a falta dela, foi trabalhar por necessidade financeira! Trabalhava em uma fábrica, de segunda a sábado, chegava em casa por volta das 11 horas, mas sempre foi super carinhosa. Morava no mesmo terreno que a minha avó que nunca gostou de mim, desde que nasci. Meus maiores traumas foram por causa dessa rejeição, ela só gostava do meu irmão. Fiz e ainda faço anos de terapia e todas as minhas atitudes negativas estavam ligadas a esta rejeição. Interferiu inclusive na criação dos meus filhos. Em todas as minhas relações, eu fazia escolhas, repetia sem perceber a atitude de minha avó.

      Atualmente, cuido da minha neta na parte da manhã, à tarde, ela vai para a creche. Tenho a maior paciência com ela que está com 1 ano e 9 meses, mas sei impor limites, não a força, mas respeitando-a e tentando explicar a ela o porquê de não poder alguma coisa. Valorizo cada acerto dela, muito mais do que quando ela erra. Estimulo, brinco com ela, quero que ela tenha uma lembrança da infância dela feliz comigo, mas não penso nunca em substituir a mãe dela.

  21. Nívea

    Muito bom!

    • Renata

      Oi Nívea! Obrigada! Fico feliz q tenha gostado! Mil Bjss

  22. maria de fátima

    Olá Boa Tarde não sou dona de verdade nenhuma, mais tenho 30 anos de casada tenho dois filhos com idades de 28 e 26 anos, acreditem nunca deixei meus filhos com ninguém para passeio, aliás todos que fiz sempre estiveram em nossa companhia, somente os deixei com outra pessoa que tinha minha autoridade total para educá-los pois a maior parte do tempo estaria com ela e isso no horário em que tive que trabalhar, posso dizer que tenho muito orgulho dos mesmos e em casa não tive uma terceira pessoa e sim uma pessoa que esteve presente em nossas vidas por um período de 14 anos e isso foi muito bom destacar.

    • Juliana

      Parabéns, Maria de Fátima!

  23. Geanna Bellote

    obrigada professor, muito simples, mas a gente fica confusa com a pressão do mercado, da rotina de presença ao trabalho, para nos mulheres modernas, sem referncia devido às nossas mães, se manterem em casa na nossa infancia…
    Tenho 4 filhos hoje, entre 23 e 30 anos, e vejo neles a importancia de dedicar atençao a eles, no 1o. ano de vida (ficava cedo com eles para dar a papa, o banho, amamentar, festa de escola, dar tapa na bunda…) iniciando às 13 meu trabalho…
    Foi bom. Hoje são seguros, afetivos e mantem seu vinculo com a gente… Dicas do Pediatra, dessa atençao pratica ao bebe, e na tarefa, na conduta depois… valeram a saúde de minha familia, da mulher moderna que sou e, do equilibrio emocional dos filhos, profissionais de hoje.
    É simples e dedicado assim…

  24. Zenite Barreto Paes Leme

    Gostei muito da explicação deste Pediatra e concordo plenamente com o que ele falou. Sou Professora,mãe, avó e vejo muitas situações assim infelizmente.
    Parabéns.

    • Juliana

      Obrigada, Zenite!

  25. Rafaela

    Reportagem.

    • Renata

      ;)!!

  26. maria julia foote

    Maravilhosa materia oq vemos hj sao as familias se perderem tristemente

    • Renata

      Oi Maria Julia! Muito Obrigada! Mil Bjss

  27. Brenda

    Gente, e pq só a mãe tem que ser a Martir, deixar de trabalhar, se virar nos trinta? E o homem? Pq não nos permitimos pensar que o pai tb tem ajudar…. sei que a casos de homens irresponsáveis, mas quem tem marido, companheiro, namorado doseu lado, divide com ele essa responsabilidade….

  28. mica

    Trabalho o dia todo e minhas filhas passam o dia na escola. O tempo que passo com elas durante a semana se resume a um gostoso café da manhã e algumas horas antes de dormir. Nos finais de semana elas estão sempre comigo, salvo exceções, quando eu e meu marido resolvemos pegar um cinema (o que acontece umas duas vezes por, infelizmente. Poderia eer mais). Senti culpa por um tempo, até que me dei conta que estava passando para as minhas filhas um modelo a ser seguido. Hoje as mulheres estão no mercado de trabalho, isto é uma conquista! Não é fácil conciliar os dois papéis, mas é sim possível. Sempre digo que educar é aproveitar as oportunidades que aparecem. Elas passam muito tempo na escola e sei que inúmeras situações aparecem nestes momentos. Mas quando algo se dá na minha presença, recebo como um chance de educar, transmitir conceitos importantes.
    Gostei muito do assunto. Sempre me deparo com uma infinidade de crianças com suas babás uniformizadas. São crianças mais difíceis de lidar, sem limites (com todo o respeito que tenho pelas babás).

  29. bernadete

    Gostei muitoo, trabalho na área da educação e o dr, está certo em relação a tudo que se diz sobre as responsabilidades dos pais, sei que o mundo está desse jeito por causa de muitos pais que são negligentes com cuidados de seus filhos.Tenho dois filhos e comecei a educação deles 9 meses antes deles nascerem, devemos reprender quando for preciso mas demonstrar amor maior, depois ser firmes e por limites.

  30. Márcia Cristina Araújo

    Sempre tive essa visão!Parabéns ao Dr.José Martins por sua sensibilidade. Quando as pessoas despertarem para essa questão,teremos com certeza, um mundo menos doênte, menos violento e mais humano. Pais presentes, amorosos, responsáveis e comprometidos com a criação e formação dos filhos, salva o mundo…

  31. Karina

    É bem isso, acarretam sem dúvidas fatores pscicologicos na vida dessa criança! Gente eu escutei do médico (pediatra), não faz muito tempo, que o filho dele usa fralda está com 3 anos, até ai tudo bem daí logo ele disse “ah coloquei ele na escola agora uma escola muito cara eles que tirem a fralda dele lá e ensinem a usar o banheiro pois em casa ele suja tudo, suja os tapetes o chão” E não aguentei perguntei se era ele que limpava, é ovil que já sabia a resposta mais queria ouvir rs ele disse “claro que não pago, e pago muito bem empregados pra isso” Ou seja ele não faz bosta nenhuma, não participa e não ensina nada pro filho! Ele e sua mulher ambos são médicos e trabalham muito quase não tem tempo e o tempo que tem viajam, saem e o filho sempre fica com a baba…E ta querendo arrumar mais filho ainda. O problema é que a sociedade mostra um modelo padrão de que se tem que ter uma família linda de propaganda de margarina mas acontece que muitos querem filhos só pra isso e não querem a responsabilidade pra cuida, educar e dar amor. Gente minha mãe trabalha em um hospital e cada coisa que ele escuta dos médicos em elação aos filhos que olha! Eu fico besta, certa vez um médico falou que chega escondido vai pro seu escritório ou quarto nem vê os filhos, moram na mesma casa e fazia dois meses q nao via as crianças acordadas, mencionou que ia passar a tarde com eles pq as crianças estavam cobrando, e ainda falou de maneira ruim do tipo obrigação, como se fosse ruim estar com os filhos como se fosse só um dia sem vê-los! Imagina morar na mesma casa que seus filhos e nem ver eles. Eu fico besta com essas coisas, não consigo entender e muito menos aceitar, pra que ter filho se não quer ter a responsabilidade de -de dar amor, compra um animal de estimação então. A verdade que todo mundo que ter um filho só pra falar que tem mas muitos não querem cuidar e transferem essa responsabilidade, trata a criança como objeto chegam nas escolas e pensam que lá é um deposito de criança.
    Sou professor na Ed. Infantil e minha mãe trabalha com médicos Obstetras e Pediatras Neonatal ela vê e escuta muito deles mencionando da forma como tratam os filhos, as vezes nem mencionam o filho se vc pergunta uma coisa sobre eles nem sabem, claro não sao eles que cuidam. Deveriam participar da vida da criança, querem mundo melhor mas não são capazes de educar uma vida pro futuro.
    Vejo muita criança carente tanto nas escolas particulares e como nas filantrópicas (onde já trabalhei e pude vivenciar isso.

  32. mirian

    A melhor entreista que já vi como professora de educação infantil.

  33. Ana Carol

    No meu caso é justamente o contrário, sou mãe solteira, nunca tive babá, nem empregada, minha mãe mora fora do Brasil, o pai da minha filha sempre foi ultra ausente desde que ela nasceu. E por não ter nenhum ajuda, acabei abrindo uma empresa, na qual posso trabalhar home office, então fico com a minha filha (6 anos) 24hs por dia, todos os dias! Levo e busco em todos os lugares e passamos o dia todo juntas, menos quando ela está na escola, que é apenas meio período. Por um lado é muito bom, temos um excelente vinculo, somos super ligadas e apaixonadas uma pela outra. Mas tem o lado que é muito ruim, além de ser beeem cansativo pra mim, ela as vezes não me vê como uma autoridade, como sempre ficamos muito juntas, muitas vezes ela tem dificuldade em me obedecer, é como se ela relacionasse os momentos que está comigo a brincadeiras, a diversão, então quando imponho regras, horários, etc, ela estranha e acaba não obedecendo tão fácil…é diferente por exemplo quando os pais veem os filhos apenas a noite, matam a saudade, ajudam em alguma tarefa rápida, e então os filhos acabam deixando as malcriações rotineiras e desobediências na maior parte das vezes para a babá, fora que também não tenho a figura paterna por perto, o que dificulta mais ainda!
    Alguém aí tem alguma sugestão?

  34. Wagner

    Tenho 40 anos, quando nasci minha mãe trabalhava (e seguiu trabalhando) três turnos (professora). À noite numa escola distante 30km de casa, ou seja, chegava em casa próximo a 1h da manhã! Eu e minha irmã eramos cuidados por tias (as babás não duravam muito, a minha mãe trabalhava por necessidade, mas sempre foi muito dedicada aos filhos, e apesar do pouco tempo nos dias de semana sempre zelou por nós e esteve atenta aos nossos comportamentos, meus pais até hoje não medem esforços para ajudar eu e meus dois irmãos). À noite ficávamos com nosso pai. Acho que determinados termos, como “terceirização dos filhos” é mais um produto da modernidade, para tentar justificar determinados comportamentos e tendências.

  35. Kelly

    Concordo com muito do que você disse, mas não podemos nos esquecer que existe muitas mães que não “terceirizam” não trabalham fora de casa, mas não dão atenção nem demonstram amor por seus filhos. Qualidade de tempo com os filhos = zero. Tenho vários alunos, adolescentes que sim são carentes, mas muitos tem mães que não trabalham fora. Eu trabalho e meus meninos ficam com minha mãe durante a manhã. Mas eu levo à escola, eu busco, eu vou às reuniões, eu levo ao médico, falto ao trabalho e fico com eles quando ficam doentes, levo às vacinações, levo aos parques, shoppings, praças, igreja. Eu dou educação. Com certeza o “peso” maior fica comigo, meu marido ajuda, só ajuda.

  36. Macleans Moreira

    Amei ouvir tudo isso!PARABENS!!!

  37. cristiani

    Excelente artigo.

  38. Thaís

    Eu já escutei cada história absurda que não da para entender Pq colocar filho ao mundo! A única explicação é para deixar herança!

  39. Aline

    Um assunto tão simples não tinha que ser tão polêmico!!! Eu sou mãe de um garotinho lindo de 3 anos, trabalho, e sou simplesmente apaixonada pelo tempo que tenho com ele! Optei (e tive a chance também, não vamos esquecer das pessoas que não tem opção) por ser autônoma e trabalhar fazendo meu horário. Claro que temos lado bom e ruim nisso: às vezes preciso atender telefonemas fora de hora ou até mesmo clientes, mas, no geral, consigo estar sempre com meu filho. Não dispenso a ajuda da babá pelo fato de em alguns dias passar a tarde inteira fora, mas sou eu quem leva pra médico, escola, passeios, e todo dia estou com ele a partir das 18 quando digo que é o meu turno de babá! Nesse momento passeamos na praia, brincamos do que ele quiser, saímos juntos, ou mesmo vemos um desenho que ele goste: a programação é dele! Não acho que não possa haver um equilíbrio, é só curtir os momentos! Quem realmente quis e planejou um filhote não terceiriza, se ajeita, dá seus pulos! E não precisa deixar de viver, deixar de trabalhar, deixar de malhar, de ser mulher, de ser amiga…é só querer viver essa vida nova de mãe! É uma batalha por dia, tem dias complicados, cansativos, ruins, noites mal dormidas (hoje foi uma delas!rs!), mas, no outro dia, o sorriso dele me faz pensar que tudo vale a pena! A ideia é: faça com amor, que tudo será bem feito! E amem seus filhotes, eles são a melhor tradução de amor no mundo!!!

    • Aline

      Esqueci de dizer que a presença do papai nos momentos da família é de extrema importância! Agradeço pelo meu marido ser tão empenhado em fazer nosso filho feliz quanto eu!!! Uma família presente (não “de corpo presente”) é o melhor que podemos dar à ele.

  40. Helena

    o que o medico disse é muito importante ,mas penso que primeiro as pessoas têm de saber o que é o amor e amar; porque as relações de hoje são vazias, não é amor mas sim viver algumas emoções com outra pessoa. Ser mãe é das melhores vivências que alguma vez vai existir no mundo para o ser humano apreciar.

  41. educosta

    Esta questão, como quase tudo na vida, é um cobertor curto. Mais tempo para os filhos, menos dinheiro em casa e vice-versa. De uma forma ou de outra, estejam preparados para pagar a conta, por que eles vão cobrar, com juros e correção monetária, social, cívica, humana, profissional, etc… Mas não se esqueçam que sempre existe uma solução no meio do caminho.

    • Mellina

      Eu e meu marido esperamos 13 anos para termos a nossa filhinha, para termos condições de criá-la integralmente. Não vejo problemas em uma criança ficar um turno com uma babá, na escola ou avó. Mas 12h sob o cuidado de terceiros, não deve ser fácil para os pequenos e para os pais. Aqui em casa, apesar de termos uma babá-empregada, reorganizamos o nosso trabalho para a nossa pequeninha estar sempre com um dos pais e, eventualmente com a vó. Tivemos que abrir mão de oportunidades de trabalho em função disso, mas está valendo muito a pena. Nossa filha tem 6 meses e é um amor! Super risonha e afetuosa. Escolhemos a nossa profissão justamente para termos flexibilidade para nos dedicarmos à família.

  42. Ana Paula

    Quando engravidei do meu terceiro filho, não tive dúvidas em fechar meu consultório para ne dedicar as crianças, não foi uma escolha fácil, deixar meu lado profissional de lado por alguns anos, mas sei que valerá muito….

  43. kelly

    olá , tenhho 18 anos, pra minha infelicidade fui uma criança terceirizada. Meu recado para os pais é : não façam isso , hoje é dificil criar um filho ,eu sei , tenho um bebe de 3 meses , porem toda criança precisa de atenção e carinho . Não culpo minha mãe , tivemos uns tempos dificieis , mas eu sentia falta de brincar , com nove anos eu chegava da escola e cuidava do irmão ao inves de brincar na casa de uma amiguinha por exemplo. Fez falta para mim ter o carinho e atenção da minha mãe e vai fazer falta para os filhos de voces tambem. abraços e lembrem-se todos precisam de amor , principalmente crianças.

  44. Luciana Sampaio Moreira

    Muito comum em bairros de classe alta, o bebê no carrinho que é guiado pela babá, enquanto a mãe vai andando do lado, geralmente segurando alguma compra ou um cão. Filho é para sempre. Não tive porque nunca achei que tivesse condição para tal. Agora, realizar o sonho da barriga e depois “jogar” para cima dos outros – babá, parentes – é agir com extremo egoísmo…

  45. Mônica Húngaro

    Muito bom!!! Deve ser bastante divulgado!!!

  46. Lucia Albanez

    Sei que há pais que trabalham por necessidade mas se esforçam para estar ptesentes e dedicam tofo o tempo livre aos filhos . Mas conheço os que terceirizam a educação porque os filhos realmente não são uma prioridade ou porque acreditam que tem coisa melhor oara fazer. Já vi uma bebê na hora do Parabéns chorar de ficar roxa por querer voltar para o colo da babá. É triste isso acontecer.

  47. Elisângela

    Meus dois filhos ficam com uma babá. Mas sou eu que deixo a roupa do dia separada, faço bolo e suco natural para a lancheira da escola, deixo o almoço pronto, escolho desenhos novos prá assistirem, dou banho quando chego do trabalho, corto as unhas, beijo os dodóis, ajudo na lição de casa, brinco de super herói e de barbie até quando o sono deles chega, janto com eles, brindamos na mesa e agradecemos à Deus juntos por mais um dia, vou para o quarto fazê-los dormir…. E o dia não acaba por aí.. Depois que eles dormem eu organizo tudo para eles terem um dia seguinte feliz.

  48. hozana

    Muito bom….Tenho duas filhas, trabalho fora e recentemente abandonei um dos empregos p ter mais tempo com elas e estou amando, pois não conseguiria abrir mão de educá-las e estar com elas!!!

  49. Ludimila

    Deve ser bastante triste p uma mãe deixar seus filhos e ir trabalhar. Mas ai pergunto? E os pais? Porque tantos textos voltados as mulheres como se somente elas fossem responsáveis pela educação e equilíbrio psicológico de seus filhos…prometo amar meus filhos e dar o melhor de mim a eles, mesmo trabalhando que é natural…mas não devemos esquecer que quando optamos por um companheiro que ele seja parceiro das tarefas educacionais e psicológicas de nossos filhos, afinal a mãe nao fez o filho sozinha…se espera que o fruto de um amor seja criado e amado por aqueles que os colocaram no mundo

  50. Jéssica

    Bom , super concordo.. Eu me sinto super culpada de ficar a maior parte do tempo longe da minha filha, ela tem 2 anos.. Mas eu preciso trabalhar e estudar para garantir um futuro melhor para mim e para ela .. Saio as 6 hrs de casa p ir pra faculdade e ela esta dormindo, dai chego as 14 hrs e vou direto pro serviço, onde trabalho ate as 22 hrs, chego em casa ela ja esta caindo de sono e acaba por dormi… Mas todo tempo livre eu fico com ela sem pestanejar ..

  51. luana

    Gente, por que vcs estão responsabilizando as mães pela terceirização? E os pais??? Ambos tem responsabilidade na criação, educação e amor….

  52. Deirthre

    Fui babá de uma linda menininha por 4 anos, durante esse período ela chegou a morar comigo durante quase 2 anos. Concordo com essa postagem. Por mais que eu a amasse muito e cuidasse com carinho, não era a mesma coisa. Fiquei muito triste por muitas vezes ter que corrig-la ao me chamar de “mãe”, pois ficava mais tempo com ela do que os pais. Foi dificil pra mim ve-la tratando a mãe como babá. Quando eu ia embora ela chorava, dizia que queria ir comigo, Quando caia era o meu colo que procurava. A mãe mesmo nem se importava com isso, mais eu sim. Quando chegou o dia de deixa-la definitivamente meu coração se partiu, pois era como se estivesse abandonando minha filha. O bom é que tenho contato com minha pequena, e ainda hoje com quase 6 anos ela ainda pede para passar uns dias comigo, e eu fico com muito prazer!

  53. Juliana

    Concordo com tudo nesse artigo, cresci sendo cuidada por minha avo, apesar da minha mae ser super presente, mas trabalhava muito, por culpa de meu pai nao dar pensao alimenticia, e tive de passar mto tempo com baba e minha avo..e concordo com tudo q ele colocou..eu me sentia diferente sim dos coleguinhas q a mae ficava em casa, minha mae nao aparecia nem nas reunioes da escola..a auto estima fica baixa sim..agora com meu filho nao desgrudo um minuto..pelo fato de nao precisar trabalhar gracas a Deus e tb de nao confiar em ninguem com ele..se minha mae morasse perto, talvez deixaria sim com ela, mas muitoooo de vez em quando..

  54. Monica

    Existe uma grande diferença entre ter filhos e ser mãe!!

    • Andreiane Ruiz

      Boa Tarde!

      Sou mãe de um lindo menino de 4 anos, trabalho,estudo,cuido da minha casa, e tenho outras responsabilidades.
      No primeiro ano que meu filho nasceu foi muito dificil para mim,um choque, mas nem por isso fugi de minhas responsabilidades como mãe, os 4 primeiros meses atenção era somente para ele, até o mês seguinte retornei ao trabalho e tive aprender a me programar, hoje administro minhas atividades e meu filho está sempre em primeiro luga, adoramos passear,brincar no parquinho,leio para ele antes de dormi, mesmo exausta faço de tudo para estar com ele nesse momentos tão importante, e não posso deixar de mencionar que meu esposo também é um super pai, participativo. Então quem ama seu filho sempre terá tempo para eles.

  55. Damiana

    Quando você diz: “Oi??? Desculpem, mas não consigo entender esse tipo de atitude. Quero deixar claro que não estou aqui para julgar ninguém (…)”

    Me confunde… Concluo que você já está julgando… Não??

  56. marta

    Sou babá e sei o que é isso. Pedir para que a mãe beije um bb de apenas 10 meses, me corta o coração.(a pressa de sair é tão grande, que usa o fato da criança esta sendo trocada, para não dar um afago antes de sair). Que tem duas horas de almoço do lado de casa, mas prefere almoçar no shopping. Tento garantir esse carinho, amo os e sou imediatamente amada, só que um belo dia, eles decidem que o pequeno deva ir para escola, e para não pesar o bolso a babá é substituída. Eu sou adulta preciso de dinheiro,(choro), mais tenho que partir pra outra…Mas e a criança? Como fica a mente de alguém que vê desaparecer da sua vida, alguém que durante 2,3,4..anos foi seu único ponto de afeto diário? Outro dia uma dessas crianças disse me disse: Que dor é essa que eu sinto quando lembro de vc? Respondi:- isso é saudade. -Então eu vou morrer? Muita gente morre de saudades! No caso dele, minha saída fez bem, porque a noite ao invés de ir pra minha cama, agora ao 7 anos ele vai pra cama da mãe. (ou eles o levam de volta, ou ele fica lá
    recebendo o calor que não recebeu quando pequeno). Outro dia vi uma entrevista com uma famosa assassina,( que arquitetou a morte dos pais), ao perguntarem ela sobre as lembranças que tinha da mãe, a impressão que tive é que não havia lembranças. Se me perguntarem as lembranças que tenho da minha avó que me criou, o programa inteiro seria insuficiente. Desde o pentear meus longos cabelos, trata lo fio a fio com babosa, até a canja quente na cama na época de resfriado…E isso que eu penso, a vida é mais bonita quando se tem lembranças…E as lembranças de muita criança rica é o pai dando dinheiro e a mãe dando presentes…

  57. carlos nascimento

    Muito interessante e impactante. Todos os pais e profissionais da educação deviam usar esse estudo como um manual.
    Parabéns!

    • Giselle

      Umas das melhores e mais amadas mães que conheço foi professora, alguns anos lecionava em até três períodos… “Terceirizou” como diz (erroneamente) a matéria… A família deles é linda, hoje curtem netos e mais netos… acho que deveriam escrever uma matéria sobre a relação de mãe e filho, a qual independe de “terceirização”. A relação que tenho com meu filho é muito maior/melhor que outras relações de filhos não “terceirizados” como o meu.

  58. Julia oliveira

    A cunhada do meu marido deixa meu sobrinho com os avós para trabalhar deis dos 4 meses hj ele tem 3 anos e com todo esse tempo dela cuidando dele ele se apegou muito a ela , ela é uma ótima avó se dedica demais ,mas ela faz tudo que ele quer ele nao temlimites final de semana que ele fica com os pais ou no final da tarde quando a mãe vai busca lo para ir pra casa é um chorororo os pais nao conseguem ter moral com proprio filho as vezes eles deixam ele passar a noite com os avós pq ele chora mto e a avó pede pra ele durmir la e isso esta cada vez mais frequentes vejo a aflição da mae por nao conseguir impor as regras no próprio filho , estou grávida e vou morar com meus sogros enquanto minha casa nao fica pronta e tenho medo que eu passe por isso com meu filho na casa dos avós pois sei que vou sofrer mto pois depois de um tempo vou voltar a trabalhar sei que ele estara seguro mas meu medo é a preferência pelos avós do que pelos pais como acontece com meu sobrinho

  59. Adelita

    Sou casada e moro no fundo da casa da minha mãe, trabalho o dia todo e minha mãe esta ficando com a minha filha. Mais vou almoçar todo dia em casa para ficar próxima a ela e quando chego a tarde assumo a responsabilidade de mãe e faço tudo que tenho que fazer para minha bebê.
    Confesso que dói, que dá dó de deixa-la, por isso quando chego tento supri a falta que faço durante o dia.
    Na verdade já estou com problemas com minha mãe, porque quando chego em casa quero assumir o meu papel de mãe, eu quero cuidar de tudo. ´
    Só que minha mãe fica em cima, não dá espaço, minha filha está no meu colo e ela fica chamando para ir com ela, tipo assim “ela prefere mais eu”, eu já falei com ela que gosto que ela cuide, que goste da minha filha, que minha filha goste dela, etcc, mais a mãe sou eu e quando estou em casa eu que cuido, e que ela precisa nós dar espaço para que possamos nos curtir, criar vínculos, porque na verdade ela tem mais tempo com minha filha do que eu, então quando estou com ela quero ter espaço, dar atenção, etc.

  60. priscila

    Olá! Tenho um filho d Ed 9 anos e ele fica na escola em em período integral eu trabalho o dia todo e agora estou gestante de 38 semanas ultimamente ele vê fazendo coisas fora do comum mentindo demais agindo friamente em tudo não sei o que fazer ele não aceita carinho mas e aquela coisa como li n o texto acima o meu serviço e a minga falta de tempo pode estar as carregando esses problemas ele faz tratamento nos olhos eu nunca posso levar sempre tem um terceiro pra levar pra mim e ele sempre vai chorando e eu não so casada com o pai dele a não nos damos bem eu educo de um jeito e ele estraga ai vem as mentiras dele ele conta uma coisa aqui e pro pai ele conta outra então to cortando o vinculo dos dois porque ele promete céus e terra e não faz nada nem pega pra ficar junto não pega não tem tempo pra ele pra nada! Me ajudem preciso de um conselho o que dev ok fazer

    • thamy

      Eu também trabalho o dia todo. Minha filha fica com a minha mãe de manhã. Mas eu levo e busco da escola, vou a todas as reuniões, levo e busco do balé, dança e natação. Não é fácil, mas necessário

  61. Cristiane

    Olá estou aqui para fazer uma pergunta? Meus pais tem 65 anos.
    meu irmão tem 2 filhos e todos moram juntos na mesma casa.
    a mãe abandonou os filhos desde a separação com meu irmão, e minha mãe vem tomando conta desde então das crianças. que na época tinham 2 e 4 anos.
    hj com 11 e outro com 14 anos.
    meu irmão trabalha muito e nunca tem tempo para os filhos. e a mãe de vez em quando passa o final de semana com eles.
    só que o menino de 11 anos criou um problema de defi de atenção com imperatividade. Hoje eu não aguento mais ver minha mãe e meu pai sofrendo e sem condições de cuidar dessa criança que ao ver precisa da atenção e cuidados dos pais,principalmente da mãe que hj tem uma instabilidade boa, casada e professora. para ajudar o meu sobrinho!
    E com tudo isso eu acabo passando mal por ver a sites de minha mãe que quer ajudar mais com a idade e pensamento dela ela não consegue, e a criança não regride. Preciso de ajuda! Obrigada cristiane.

  62. maria da cruz ribeiro da silva

    tenho 2 sobrinhos onde a mae mora longe e o pai passa o dia fora e quando chega em casa prefere sair com a namorada que da atençao a eles, nao o que fazer pois sao muito carentes e rebeldes ao mesmo tempo

  63. Olivia Oliveira

    Descupe a minha franqueza mas acho péssimo terceirizar os filhos. Conheço duas pessoas que fazem isso com os pobres filhos que nem pediram para vir ao mundo. Os coitados dos avós é quem cuidam. Um esta com 10 anos e o outro com 3. Pior é que os avós ainda superprotegem os dois que são mimados ,mal educados , estupidos choroões e chantagistas. Os avós nao se aguentam em pé de cansaso e stress enquanto as duas mães trabalham estudam e curtem a vida Avós não são pra isso gente!!! quem tem cuidar dos filhos são os pais e ponto final. As mães não cuidam nem na folga, tem coragem de deixar os filhos na casa dos avós ainda . e quando estão com os filhos os tratam super mal . Parece que propositalmente para que os filhos desejem apenas a companhia dos avós. Também concordo que se possível os avós ajudarem dando uma forcinha. Agora deixar praticamente as crianças morando na casa dos avós acho o fim da picada. Nunca faria isso com a minha mãe mesmo porque ela já me criou . Eu sou a filha. meu filho é o neto . A função dela já foi cumprida. agora quero que ela se divirta viage namore e curta a própria vida. Isso que filhos que amam os pais devem fazer. Minha mae e meu filho se dão extremamente bem. ela faz tudo que pode para agrada-lo e nós amamos sua independência e vontade de viver e conhecer o novo. A apoiamos em tudo assim como ela também nos apoia eu meu marido e filho. è realmente maravilhosa.

    • NINA

      NOSSA GENTE,ME SENTINDO ALIVIADA… EU ACHAVA QUE ESTAVA SENDO CRUEL POR NÃO QUERER TER A RESPONSABILIDADE” DE CUIDAR DO MEU SOBRINHO DE 1 ANO E DOIS MESES..POIS MINHA IRMÃ TEM 18 ANOS,NÃO FAZ NADA DA VIDA HÁ NÃO SER FICAR NA CASA DO NAMORADO OU FICAR NA RUA SEM DAR SATISFAÇÃO…MAS PERCEBO QUE NA MINHA FAMÍLIA PARECE UMA COISA DE GERAÇÃO.NÃO FUI CRIADA PELA MINHA MÃE,QUE ME DEU PARA MINHA VÓ QUANDO TINHA 3 MESES,POIS ELA TINHA QUE TRABALHAR PARA SUSTENTAR MEUS OUTROS 4 IRMÃOS..MEUS PAIS NUNCA SE CASARAM,MEU PAI ESTEVE “PRESENTE” SÓ ATÉ MEUS 5 ANOS,FUI CRIADO POR MEU TIO E PELA MINHA VÓ QUE EU CHAMO DE MÃE;HOJE MEU PAI MORA COMIGO COM MEUS IRMÃOS QUE FORAM DEIXADOS QUANDO PEQUENOS PELA MÃE…É UMA CONFUSÃO,HJ VEJO QUE MINHA IRMÃ TÁ FAZENDO O MESMO QUE A MÃE DELA FEZ COM ELA…QUEM AJUDA A CRIAR É MEU PAI,MINHA VÓ E EU..MAS DEIXO DE FAZER MINHAS COISAS PRA CUIDAR DELE.MINHA VÓ JÁ CUIDA DE OUTRO NETO DELA..AJUDO MAIS POR CAUSA DELA PQ A CRIANÇA NÃO TEM CULPA…NÃO ACHO ISSO CORRETO…ANTES QUERIA MUITO TER FILHOS,MAS HJ PENSO EM TALVEZ NÃO TER,NÃO QUERO QUE MINHA MÃE DE CRIAÇÃO SE SOBRECARREGUE, POIS ELA DEVERIA ESTAR DESCANSO POIS JÁ TEM 69 ANOS…MINHA FAMILIA É MUITO FOLGADA…ÁS VEZES PENSO EM MORAR SOZINHA E DEIXAR CADA UM SEGUIR COM SUA VIDA,POIS MEUS IRMÃOS NÃO AJUDAM EM NADA,A CASA É SEMPRE UMA BAGUNÇA,ACHO QUE ELES PRECISAM CRIAR RESPONSABILIDADES..TENHO UM IRMÃO DE 21 ANOS QUE NÃO PARA EM SERVIÇO NENHUM,DORME ATÉ 4 H DA TARDE..É ESTRESSANTE VIVER ASSIM..

      MEU SONHO É MORAR SOZINHA,SEMPRE TIVE RESPONSABILIDADE DESDE PEQUENA…MEU TIO E MINHA MÃE/VÓ SAIM PRA TRABALHAR E EU FICAVA EM CASA,APRENDI A COZINHAR DESDE OS 7 E CUIDAR DA CASA..MAS HJ ME SINTO SOBRECARREGADA ASSUMINDO RESPONSABILIDADES QUE NÃO SÃO MINHAS….ACHO QUE TODA ESSA CONFUSÃO DE UMA HORA É A MÃE,OUTRA HORA É O PAI,OUTRA O TIO,DEPOIS O TIO VAI EMBORA,VOLTA O PAI,TIVE DIFICULDADES DE ESTABELECER VÍNCÚLOS..NA MINHA CASA RARAMENTE ALGUÉM ABRAÇA,DIZ QUE AMA,HÁ NÃO SER EM DATAS COMEMORATIVAS..Mas meu pai nem em ANIVERSÁRIO DA PARABÉNS..É TODO MUNDO DESUNIDO.TENHO MAIS FACILIDADE DE DIZER EU TE AMO PARA AMIGOS E NAMORADO DO QUE PARA MEUS FAMILIARES…TENHO MEDO DE FORMAR FAMILIA E SER ESSA DESUNIÃO,ESSA BAGUNÇA…

      MEU SONHO É MORAR SOZINHA!!!!!Mas sei que vou acabar sendo a ruim da história”!!!!

  64. Adriana

    Fui mãe aos 31 e infelizmente não pude largar meu trabalho para cuidar da minha filha .
    Tive a sorte de poder deixá-la com com os avós e continuei trabalhando .
    Minha filha é uma menina linda , inteligente e feliz e percebo que sou sempre a primeira opção dela mesmo que não esteja tanto tempo junto !
    Como ela agora está com 2 anos percebi que começou a ser mal educada e não tinha controle da situação já que como você citou eu não achava legal ficar advertindo logo no momento que estava com ela já que é pequeno .
    Mas graças a Deus a madrinha dela é Pedagoga e abriu meus olhos .
    Nenhuma mãe quer ouvir que sua filha está mal educada , mas foi necessário e por isso comecei a me posicionar e ganhei o respeito dela .
    Quanto ao amor , carinho, cuidado … isso não falta sempre olho nos olhos dela e digo o quanto ela é importante pra mim !
    E mesmo trabalhando nunca deixei de cuidar e estar com ela em todos momentos possíveis .
    Na minha opinião a qualidade do tempo é muito mais válida do que a quantidade .

  65. Aline

    Sou filha de pais separados. A separação ocorreu quando eu estava com seis anos e meio. A separação deles, não me causou trauma, pelo contrário, eles brigavam demais e a separação para mim foi um alivio. Mas, a falta que ambos fizeram na minha infância e adolescência foi enorme. Meu pai por um curto período, me buscava em alguns finais de semana. Ele era distante, me tratava bem em alguns momentos, mas, no geral estava mais preocupado com as novas namoradas e em agradar os filhos dela.
    Minha mãe, passou a trabalhar em dois turnos, estava sempre irritada, cansada e sempre com um novo namorado. Meus avós maternos que na medida do possível davam a mim e a minha irmã o afago, a atenção e a educação.
    Na adolescência, a distancia entre eu e minha mãe ficou gritante, ela não gostava que eu a chamasse de mãe perto de seus amigos, era como se ela fosse uma irmã e ainda por cima, mais nova. Eu precisava de conselhos, de abraço, de amor… De mãe. Eu chorava, me rebelava, numa tentativa frustrada de chamar a atenção. E de certa forma eu conseguia, ela sempre me tratava com indiferença e dizia que ela era assim e ponto.
    Meu pai, nesse meio tempo, teve muitos relacionamentos, sumia por meses, aparecia pedindo desculpas e até hoje ele diz que sabe que não foi e não é um pai presente. E hoje, ele não é um avô presente.
    Minha mãe, já me pediu desculpas e diz que era daquele jeito porque era muito nova. Hoje nossa relação ainda está longe de ser a de mãe e filha, somos “amigas”.
    A minha terceirização é clara, fui deixada de lado, para que meus pais fossem correr atrás dos sonhos deles. E isso me deixou um vazio que nem passado mais de vinte anos foi preenchido.
    Sou grata aos meus avós. Meu avó foi o meu pai, mas, partiu antes de conhecer meu filho, minha vida de mãe e esposa. Espero que ele esteja de alguma forma presente, como sempre esteve quando estava aqui. Te amo Vô Jarbas e vó Elza

  66. anonimo

    Estou insegura c ofuturo de meu sobrinho p q criei c amor de mae mas sempre deixei o espaco da mae q nunca quiz assumir nem amar. Hoje me preocupo c esse vazio q ficou.

  67. Valéria

    Eurico

  68. Silmara Mantovani

    Sou mãe de um adolescente de 16 anos e uma menina com necessidades especias com 9 anos, meu marido viaja muito a trabalho, consigo conciliar trabalho com cuidados com a casa e educação das crianças mais as atividades terapeuticas que minha filha precisa pra se desenvolver,me sinto uma heroina. Fico absurdada com a quantidade de mães que enpurram seus filhos para outros cuidarem e acham que não haverá danos emocionais e de personalidade por conta disso. O pior é quando maes deixam seus filhos com terceiros para terem liberdade, e quando estão perto deles dizem que os amam e acham que a crianças acreditam…

    • fatima

      muito heroina mesmo filha mais voce é uma filha expecial para deus por isso ele te encumbiu dessa tarefa de filha. te garanto que elate da tanto amor em troca de seu amor e dedicação que nada paga. mais tem pessoas que não veio ao mundo para ser mãe mais como conseguencia da irresponssabilidade apois namorarem sem preservativos ou tomarem remedio vem as crianças ao mundo dum relacionamento temporario e ai acontece essas crianças ai no mundo feliz aquele que tem quem fique e de amor. pior os que vivem pelas comunidades abandonados com fome sujos enguanto as mães estão nas noitadas. parabéns jesus esteja sempre contiugo.

  69. fatima

    tenho um neto de 6 anos que eu crio a mãe teve ele com 16 anos e guando ele tinha 3 caiu no mundo e vive morando em um lado outro sem paradeiro certo. eu dou ao meu neto minha vida me dedico e faço tudo como se fosse mãe mais nunca deixei ele perder o vinvulo com a mãe se ela não aparece eu ligo escondido dele e brigo com ela ai ela vem ele fica muito feliz abraça beija ela leva ele para passear mais ele fica doido para voltar pra casa. ele fala vovo voce é minha vó mãe nunca quero te deixar. eu falo voce não ama sua mãe ele fala amo vovó mais aqui é minha casa com voce. Ele falou noutro dia vovó voce vai morrer eu falei bem velhinha ainda vou ver seus filhos voce vai estudar, trabalhar , casar e ainda vou ver seus filhos e ele fala a ta porque eu não quero se voce morrer ir embora não vovó eu fico com meu avó. mais não morre não ta vovó ai eu falei vovó não morre vira estrelinha guando voce olha a noite pro ceu voce ve estrelinhas brilhando são monte de vovzinhas piscando para seus netinhos. Ai ele me abraça e me beija. é meu companheiro para todas as horas. pergunta tudo paro e explico tudo. esta na escola e tenho muitos parentes e todos dão amor e ajudam ele financeiramente. o pai aparece de vezx enguanto e ve ele leva para jogar bola e explico sempre eu crio mais voces são os pais embora não estejam juntos o filho é de voces nunca deixem ele sentir a falta de voces. ai eles ligam vem ver e assim vou levando.

    • fatima

      comomli um comentario sobre vó que kima e deseduca o neto o meu neto é super educado não fala palavrão e passa complimenta as pessoas e pede licença para passar e ai de quem estiver perto dele e falar palavrão ele fala puxa fala isso não palavra muito feia. toda vez que ele ve uma palavra diferente ele pergunta vó essa palavra é palavrão ai expl,ico o significado e digo não é ai ele fala a ta então eu posso falar e aqui na minha casa meu marido fala palavrão e ele nunca falou . conversamos muito sobre tudo e mostro a ele com conversa guando ela erra ele pede desculpa nossa relação é muito boa acho que não tinha tanta experiencia guando criei os meus mais com ele flui as coisas com facilidade. acho que se acreditam que existe outras vidas que nos dois temos um vinculo de amor muito grande.ele me entende até no olhar e me da tanto amor que sou grata por ter ele comigo.

  70. Eliana Dias

    Ótimo Dr. é isso que está faltando no mundo. Grande abraço e que Deus o abençoe sempre por repassar conhecimentos como este.

  71. Mariane

    Engraçado como em pleno século 21 as mães ainda são as principais responsáveis por cuidar dos filhos. O pai não existe, né? Vergonha total.

  72. barbara modesto

    muito bom porem gostaria de dar um testemunho pessoal. fui criada por minha mae e meu pai porem cresci com grande ausencia de afeto. minha mae era do lar nunca trabalhou, nao tinha paciencia comigo me espancava muito e senti muita falta de carinho .foi uma presencia de mae totalmente distante. por isso defendo a posiçao de quantidade nao leva ao amadurecimento emocional , e sim a qualidade desse amor

  73. Francielli

    Eu optei por desistir da minha carreira profissional para cuidar da minha filha. Era bancária,exercia o cargo de gerente de pessoa física e apesar de ter tido seis meses de licença maternidade e de nos outros seis meses ter dito a minha mãe para cuidar dela no período da manhã e da tarde sentia que ela precisava muito de mim.Saia do trabalho cansada e quando eu buscava na minha mãe ela já estava dormindo e acordava de madrugada ou só no outro dia, ou seja, não tinha horas para curtir ela.Ela é tão carinhosa com as pessoas.Hoje ela com dois anos de vida já está doendo meu coração o fato de levá-la para escolinha.Não me arrependo do que fiz.

  74. Terezinha

    Eu achei muito bacana esta matéria,infelizmente é uma realidade,eu acredito na educação presencial, porque acredito na referencia que é adquirida a cada segundo vivido juntos.Pena que hoje esta realidade esta muito distante,são casos raros,e qdo acontece da mae ficar junto com filho,nao tem qualidade.

  75. SUZANA DOS SANTOS OLIVEIRA (592)

    Sou psicóloga clínica e gostei muito da fala do Dr. José Martins Filho.

  76. tiana

    meu filho é separado e mora em sp e minha ex nora mora onde eu moro que sou avó paterna e a criança prefere ficar comigo e a mãe n deixa , a ma~e trabalha e estuda e deixa a crinça com a vó e as tias de menor e eu queria ficar mais com a criança será que tenho direito

  77. Chris

    Excelente entrevista! Pais, por favor tomem consciência. Avós…por mais que amem seus netos, saibam que jamais conseguirão substituir a relação da criança com seus pais…infelizmente! Um abraço.

  78. Roberta B Fieni

    Maravilhoso texto e video! Parabéns pela forma de explorar o tema de Pais que terceirizam a criação dos filhos! Alternativas existem, apos minha filha nascer optei por trabalhar parcialmente, virei empresaria e muitas portas se abriram, agradeço a ela e a Deus por essa iniciativa e escolha de ficar ao lado da Minha Princesa. Que muitas Mamães possam pensar nessas possibilidades de trabalho 🙂 Um Grande abraco 🙂 Roberta B Fieni http://www.universo4kids.com.br

    • Desculpem mas não quero revelar o meu nome.

      Bom, peço deculpas a todos por este texto mas preciso desabafar. Nasci em 1995 portanto, hoje tenho 21 anos. Meus pais nunca me deram carinho, atenção, educação ou qualquer tipo de preparação para a vida. A minha mãe me falava do género “Meu amoxxinho da mamã” o que me prejudicou bastante, pois nem falar eu sei hoje e tenho bastante ansiedade, falta de autoestima e depressão. Vivo em pânico por são saber o que fazer da vida. Deixei os estudos devido às mas condições com que eu vivia com o meu pai, ele não tinha higiene, usava WC e de seguida, sozinhava SEM LAVAR AS MÃOS, era um nojo, eu entrava em paranòia com higiene para aalém de que ele me usava com segundas intenções, me queria em estudos para que ganhasse dinheiro da segurança social sendo que eu me sentia um lixo na escola, sofri muito bullying na 6 serie de forma a que me levou à loucura, tinha comportamentos de doente mental, era aquele tipo de bullying perseguidor, que seu eu ignorasse eles, eles me perseguiam e ameaçavam eu tinha de chorar e praticamente implorar para eles me largarem. Não tinha qualquer tipo de estrutura psicologica para aguentar a escola nem as aulas portanto abandonei os estudos e hoje sou o que sou. Quando tinha 5 anos, meu pai levava drogados e bebados para casa com dois filhos, não tinha qualquer tipo de respeito. Obrigado pais.

      Esqueçi de referir que eu era homosexual, o que jà não bastava ter tido uma infância triste e dolorosa ainda tive de sofrer por isso porque o mundo vê os gays como demònios, os gays NÃO SÃO DEMONIOS! Os gays tais como todas as outras pessoas, sò querem dar e receber AMOR, muito amor e companhia, é tudo SÒ uma questão de amor.
      Para piorar tudo, na fase da adolescencia até hoje, me apercebi de que nasci no corpo errado, sou uma mulher que vive num corpo o qual não me pertence. È muita areia para uma camioneta sò

      • kaka

        eu acho que tem que as vezes corrigi de vara pra que aprenda que aquilo nao e certo eu sou criança de verdade eu que tou falando isso eu nao vou revelar meu nome ta

  79. Cleiton Pereira

    Muito bom esse artigo!

  80. Luiz Paulo

    Olá, sou Pai de criação de um menino desde seus 3 anos, hoje ele tem 10, sou separado da mãe mas ele viveu comigo dos 4 anos aos seus 10 anos de idade, trabalho, tenho estudo, bom salario, a mãe uma pessoa ignorante, violenta e que só trata o filho batendo e a base de gritos, diz coisas na frente do menino que doem qualquer ouvido, por exemplo: ela fala muito na frente dele em guarda dele, fala de sexo, fala de coisas surreais, o menino, como viveu comigo muito tempo, hoje a mãe, me tomou ele, que por sua vez, ele, não gosta de ficar com ela, quer voltar a morar comigo, e quelquer coisa que eu faça ela dá ataque de ciúmes, não admite que o filho goste mais de mim, do que dela, que é super violenta, todo ano é uma escola diferente, que quando estava comigo, sempre tirou boas notas, bom colégio etc, cerca de 2 anos atrás o rendimento escolar caiu a quase zero, passou para escola municipal, e era só ele q sabia escrever na sala, nos aniversários o primeiro pedaço do bolo é sempre para mim, ela dá ataque de ciúmes e quer descontar nele gritando e etc, e emtodos os assuntos referente a mau comportamento, ela bota culpa em mim e etc, enfim, ela não aceita que ele goste mais de mim do que dela, hoje ela não me deixa mais vê-loe nem vir para minha casa, ele já fugiu de casa uma vez com medo dela, bom preciso de ajuda e não sei como e até quando posso ajudar, não tendo meu nome na certidão de nascimento fico de mãs atadas, mas nunca vou deixa-lo e nem deixar de amar meu bebê.

  81. MARLENE MOREIRA NOBRE

    A namorada do meu irmão tem 4 filhos, uma filha de 18, outra menina de 14 um menino de 16 e um de 5 anos e ela pretende deixar com a menina de 18 anos os outros 3 e ir morar com o meu irmão, e o meu irmão não quer que ela leve eles para morar juntos e ela vai deixar eles na cidade e vai se mudar para o interior com o meu irmão… acho muita inresponsabilidade de uma mãe deixar os filhos sozinhos para ir morar com um homem, e cada criança dela tem um pai diferente…. tem alguma lei que puna uma mãe tão inresponsavel assim… obrigada

    • Erandi de Barros Gomes

      A questão nesse caso não é a substituição da mãe pela avó ou seja lá quem cuide,
      criança gosta de atenção, brincadeiras, cuidados, carinho… e qualquer pessoa que cuide de uma criança e dispense esses cuidados básicos, posso afirmar que a criança não vai nem sentir falta de pai ou mãe… o problema consiste, quando os pais “terceirizam” a criação e a pessoa responsável por essa “terceirização” não tem o devido cuidado e atenção com as crianças…é o que penso…

    • Erandi de Barros Gomes

      Deveria ter viu…

  82. pricila

    olá bom dias,eu fui criada pela minha vó materna,praticamente me adotou desde que sai do hospital,minha mãe verdadeira quis me deixar no hospital,minha avó me assumiu,fui registrada como filha pelos meus avós. aos 6 anos minha mãe morreu avó, e com 12 anos de idade descobri que minha mãe era minha avó e minha irmã que morava comigo na mesma casa era minha m~e verdadeira ouvi uma conversa ,não fiquei revoltada,pelo contrario devido ao comportamento da mãe verdadeira ,depois da morte da mãe de criação mandou eu morar com meus tios….com 6 anos de idade sofro ste hoje tenho 36 anos,com a falta da mãe que me criou muita,fiquei abandonada mesmo tendo outra mãe verdadeira,mais como dizem mãe é quem cria,não sinto afeto algun pela mãe verdadeira de filha,conversamos como irmãs,nunca converso a respeito,sempre que fala algo tira a responsabilidade,sabe de toda a tragédia na minha vida tio que era irmão ,irmão que era tio muita confusão ,pai que era avô….eu sinto muita falta da mãe de criação me sinto muito sozinha e sou muito indecisa até hoje,hoje tenho tres filhos optei ficar em casa ,pra não cometer o erro de errar,mesmo pois não tenho avós ,ou parente pra auxiliar nos cuidados com ele ,e tenho muito medo da educação errado amo muito eles sou muito carinhosa com eles,talvez pela falta,que tenho de atenção e carinho que não tive….tendo me livrar desse sentimento de perda ,falta carinho ..mais não consigo isso me faz mal…

  83. pricila

    bom dia

    • pricila

      fui criada pela avó desde que nasci,tenho o sobrenome dela ,aos 12 anos morando na casa de meus tios descobri, minha irmã que morava na mesma casa era minha mãe biológica,mais a mãe que considero até hoje é a que morreu ,e a verdadeira trato como irmã inclusive no registro de nascimento somos irmãs..

      • pricila

        minha mãe verdadeira me chama de filha,mais eu não consigo dentro de min ver tal amor que tenta demonstrar até por muitas coisa do passado,uma mulher totalmente desequilibrada que na sua juventude queria aproveitar a vida,olha as consequências de pais ausentes são grandes,como não tive depois dos 6 anos de idade após a morte da mãe de criação fui mandada pra morar com meus tios,tenho 36 anos a falta que sinto da mãe de criação é grande a falta de carinho,hoje ainda isso me afeta,tenho tres filhos não deixo ninguém cuidar deles ,não trabalho por opção minha no momento,só meu marido…mais é difícil,enfim um alerta mãe é quem cria ,pois dentro do meu coração só ficou o amor da mãe que criou e adotou

  84. Tais

    o termo correto seria terceirizar a maternidade e a paternidade, responsabilizar outrem pela tarefa. Se todas as atribuiçōes forem desempenhadas pela pessoa que recebe a incumbência, ótimo a criança receberá tudo o que precisa para se transformar num ser social. Agora se nem os pais e nem as pessoas que cuidam não desempenharem o grandioso papel da maternidade ou paternidade….dai lascou-se!

  85. Solange Felex de Lima

    Minha filha esta sendo terceirizada acho realmente um verdadeiro absurdo o pais com uma guarda provisória e delega tudo a terceiros nem durante a minha visita ele não aparece colocando a criança em diversos carros de terceiros e situações de risco em casa de estranhos minha fila sofre pede pra voltar estamos numa disputa judicial porque a minha filha não pode passar por este trauma irreparavel ;

  86. rejane menezes

    Gostaria de ter tido meus meus filhos,co a cabeça q tenho agora pois fiz pedagogia ,e posso entender melhor como os filhos precisam da nossa companhia,hoje em dia,cuido com mais atenção da minha caçula,esse video veio ilustrar algumas das coisas q eu poderia ter feito por meus outros dois filhois,teria sido muito útil!!

  87. MARIA

    FUI PAI E MÃE DEI ATENÇÃO AMOR CARINHO E SEMPRE RESPEITEI MEUS FILHOS,COMECEI A TRABALHAR FORA QUANDO MINHA FILHA MAIS NOVA TINHA 13 ANOS…E SEMPRE ALI…SO SAIA SE FOSSE COM ELAS, CRESCERAM , SE FORMARAM,NAMORARAM E CASARAM..POREM MINHA CASA AINDA CONTINUA O PORTO SEGURO QUE TANTO PRECISAM…MAS ME DECEPCIONEI A CINCO MESES ATRAS QUANDO PRECISEI FINANCEIRAMENTE DELAS …NÃO ME AJUDARAM…EM NADA..PORQUE NÃO PODIAM…NÃO COBREI NADA DE NINGUEM…MAS PERCEBI QUE ESTAVA NA HORA DE PENSAR EM MIM…E HOJE ELAS SÃO MÃES E QUEREM QUE EU FIQUE COM AS FILHAS DELAS DE DOMINGO…EU PRECISO CUIDAR DA MINHA CASA DA MINHA ROUPA E DE MIM UM POUQUINHO….TRABALHO DE SEGUNDA A SEXTA , ENTRO AS 8 DA MANHA E SAIO AS 18 …CHEGO E VOU FAZER JANTA E ALMOÇO PARA O OUTRO DIA ..NÃO ME CONSIDERO VELHA MAS ESTOU CANSADA…

  88. MARIA

    OI

  89. Florbela

    o pior e quando uma avô faz tudo pela neta que tentataram roubar de mim e ainda fazem é minha irmã e adevogada e assitente social que estão diriguindo o processo que não olham a meios de nos separar

  90. vivi

    Na verdade o problema é simples, estamos NUMA situação sócio econômica que não permite a formação de famílias saudáveis. O estado não tem políticas de apoio, se a mãe não trabalha, ou trabalha pelas bordas não tem automonia, porque em caso de separação até mulheres dizem: Marido não é emprego, vai trabalhar e vai trabalhar a onde… Os corações estão duros o deste médico também. Esperem a situação melhorar ou então tenham filhos em outros paises que permita uma educação mais saudável e humana que a nossa.

  91. jabes norman

    concordo plenamente minha mae me deixava sozinho o todo todo com uma irma mais velha que era insuportavel pra mim me fazia bulying o tempo todo qual o resultado cresci uma pessoa totalmente revoltada sem vinculo nenhum com ela e com meu pai e com meus irmaos e da minha vida ninguem sabe

  92. Arlete

    Agradeço demais á Deus por me permitir hj cuidar da minha filha, pois sempre achei que o problema que temos com nossos filhos é a ausência da mãe pra educá-los. Hj posso dizer que sou uma pessoa realizada pois vi a grande mudança no comportamento da minha filha que atualmente estar com 12 anos, vejo a felicidades dela ao me ver participando de sua vida… Por isso mulheres que não estão preparadas para renunciar determinadas coisas, por favor não tenham filhos, pq filho é renuncia e depois não queira descarregar suas frustrações, pense nisso

  93. ANA DÉBORA

    meu nome é Débora, tenho uma filha de dois anos e dois meses,voltei a trabalhar e preciso deixar-la na escola período integral,ela é muito apegada ao pai e todos nos estamos sofrendo com essa mudança radical.NO momento em que estamos todos juntos tentamos ao máximo recompensar o tempo longe dela da melhor forma possível. Confesso que não está sendo fácil, todos os dias ela chega com uma birra diferente, procuro sempre concelhos com a minha mãe, tentando ensina-la tudo que ela precisa saber pra se tornar uma pessoa boa, humilde e de bom coração sem esquecer nossas origens e temente a DEUS.

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16/06/14Ver a matéria   >>